O principal objetivo deste blog é oferecer informações e notícias relacionadas com a Antropologia Biológica e Cultural e a Arqueologia.
Como será o rosto humano daqui 100 mil anos
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Cientistas descobrem novos dados do menor e mais antigo primata
Cientistas americanos revelaram novas ideias sobre a vida do Purgatorius, mais antigo primata do mundo. De acordo com pesquisadores que analisaram fósseis encontrados atualmente, o pequeno e ágil animal passou grande parte de seu tempo se alimentando de frutas e escalando árvores há 66 milhões de anos.
Segundo o jornal britânico Daily Mail, os fósseis dos ossos abaixo da cabeça foram os primeiros encontrados. Antes, somente dentes teriam revelado a existência do Purgatorius. "Os ossos do tornozelo mostram que o animal tinha uma mobilidade como os primatas de hoje em dia que vivem em árvores", afirma Stephen Chester, coautor do estudo e paleontologista da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. "Essa mobilidade teria permitido a rotação dos pés em direções diferentes", diz. Além disso, segundo o pesquisador, os resultados também mostram que os primeiros primatas não tinham tornozelos alongados como os vistos em primatas de hoje em dia.
Após analisar o material, a equipe acredita que os ossos do tornozelo especializados do Purgatorius têm um importante papel no sucesso da evolução dos primatas. "Os novos fósseis sustentam a ideia de que os primeiros 10 milhões de anos da evolução primata aconteceram no contexto de um período intenso de diversificação similar em plantas, incluindo a habilidade de escalar galhos e colecionar frutas no início", afirmou Jonathan Bloch, do Museu de História Natural da Flórida.
O Purgatorius viveu durante o período Paleolítico, pouco depois da extinção dos dinossauros, quando começou a dominação dos mamíferos, era que vivemos atualmente. Acredita-se que este mamífero era de coloração marrom e de tamanho pequeno, além de ter uma cauda com bastante pelos, semelhante a um esquilo. Pesaria cerca de 360 gramas, sendo, neste caso, do tamanho dos lêmures de Madagascar. [TERRA]
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Fósseis encontrados na China podem ser de espécie humana desconhecida
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Cientistas acham crânio de macaco de 20 milhões de anos
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Supremacia numérica deu vantagem a humanos contra Neandertais
No trabalho, os arqueólogos Sir Paul Mellars e Jennifer French, ambos da Universidade de Cambridge, Inglaterra, analisaram a presença de neandertais e humanos em um período que vai de 55 a 35 mil anos atrás. O resultado foi que o número de humanos se multiplicou por nove ou dez neste período. Feita com base em uma análise estatística do número de ferramentas e restos de alimentos em três sítios arqueológicos na França, a pesquisa afirma que “estes dados mostram que a supremacia numérica sozinha deve ter sido um fator poderoso na competição demográfica e territorial entre os humanos modernos e os Neandertais,” escrevem Mellars e Jennifer no artigo.
Já os motivos tecnológicos, econômicos, sociais e biológicos pelos quais os humanos modernos foram capazes de sobreviver em populações muito maiores do que os Neandertais são ainda tema de debate. Cientistas acreditam que o Homo sapiens tinha vantagens claras na caça e processamento de comida, bem como no armazenamento de alimentos, com relações sociais mais complexas e capacidade de raciocínio simbólico e planejamento. “Tudo isso pode ter tido um efeito dramático na capacidade de sobrevivência e competição dos humanos modernos”, dizem também os pesquisadores no texto.
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“Lucy” tinha pé semelhante ao de humanos modernos.
“Nós sabemos há muitos anos que a espécie de Lucy, o Australopithecus afarensis, era um bípede ereto. Mas havia ainda o debate sobre se esta espécie continuava a viver entre as árvores e as hipóteses se baseavam em aspectos do esqueleto locomotor deles que lembra mais o de macacos que de humanos. A descoberta adiciona à evidência de um padrão de humanos modernos na estrutura e função do pé, o que implica uma adaptação a locomoção por dois pés”, disse ao iG William Kimbel, da Universidade do Arizona e um dos autores do estudo que será publicado esta semana no periódico científico Science.
Lucy andarilha
Os seres humanos são os únicos entre os primatas que têm pés arqueados. Esta característica facilita a locomoção em duas pernas, pois os arcos são responsáveis pela absorção do choque quando o pé toca o solo, assim como servem de plataforma dura para se impulsionar contra o chão. Os pés dos outros primatas não têm estes arcos, são mais flexíveis que os dos humanos e o dedão tem mais mobilidade, o que facilita a escalada de árvores e o engate em galhos.
O Australopithecus afarensis viveu na África há mais de 3 milhões de anos e tinha cérebros menores e mandíbulas mais fortes que o homem moderno. Antes deles, registros fósseis revelam que vivia no Quênia e na Etiópia o Australopithecus anamensis, há 4,2 milhões de anos. E antes ainda, vivia o Ardipithecus ramidus, o mais antigo ancestral humano que vivia da Etiópia, há 4,4 milhões de anos. Embora as espécies fossem bípedes, passavam parte do tempo entre as árvores e seus pés ainda tinham características mais semelhantes aos de primatas como os chimpanzés. Ficavam em pé, mas não eram bons de caminhada.
A nova descoberta de Hadar permite dizer que há pelo menos 3,2 milhões de anos bons andarilhos vivem na Terra – isto porque não há muitos registros fósseis do A. anamensis que comprovem que estes também tivessem pés arqueados. De acordo com os cientistas, a nova descoberta sugere ainda que a vida entre as árvores tenha se tornado desfavorável aos parentes de Lucy. [Fonte: IG]
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EVOLUÇÃO DA HUMANIDADE: Descoberta histórica
O responsável pelas escavações, Avi Gopher, declarou que foram encontrados oito dentes numa caverna a leste de Tel-Aviv. A análise de estalactites e estalagmites demonstraram que a caverna Qessem já tinha sido usada há 400 mil anos. Em 2006, a equipe encontrou o primeiro dente, mas esperou até achar outros para fazer os testes necessários.
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Reviravolta na evolução
É uma cena difícil de imaginar para quem acredita na supremacia da espécie Homo dentro da escala evolutiva. Há 3,4 milhões de anos, o marido de Lucy (1) sai para caçar e encontra um mamífero do tamanho de uma vaca. O animal está agonizando — talvez tenha sido ferido por outro maior que ele. Então, o hominídeo, de 1m de altura, mais parecido com um chimpanzé do que com um homem moderno, pega uma faca que ele mesmo fabricou, corta os pedaços de carne e leva a presa para a caverna. O jantar da família está garantido.
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Homem veio mesmo só da África, diz estudo
Estudo analisou mais de 4.500 crânios antigos humanos, de todas as regiões do globo. Resultado refuta idéia de que homem tenha surgido em vários lugares ao mesmo tempo.
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SOMOS UM POUCO NEANDERTAIS
Cientistas descobrem que espécie se misturou com os nossos ancestrais. Habitantes da Europa, Ásia, Oceania e América partilham gene com espécie desaparecida há 24 mil anos:
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Cientistas questionam posição de 'Ardi' na evolução humana
No ano passado, um esqueleto fossilizado chamado "Ardi" abalou o campo da evolução humana. Agora, alguns cientistas levantam dúvidas sobre o que essa criatura da Etiópia realmente era, e em que tipo de paisagem vivia.
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Novas críticas questionam se Ardi realmente pertence ao ramo humano da árvore evolutiva, e se ele realmente vivia em florestas. A segunda questão tem implicações para as teorias sobre o tipo de ambiente que desencadeou a evolução humana.
O novo trabalho aparece na revista Science, que em 2009 declarou a apresentação original do fóssil de 4,4 milhões de anos a principal descoberta do ano.
Ardi, abreviação de Ardipithecus ramidus, é um milhão de anos mais velho que o fóssil Lucy. Ano passado, foi saudado como uma janela para os primórdios da evolução humana.
Pesquisadores tinham concluído que Ardi andava ereto e não sobre os nós dos dedos das mãos, como os chimpanzés, e que vivia em florestas, não em campos gramados. Ela não se parece muito com os chimpanzés atuais, nossos parentes mais próximos ainda vivos, embora estivesse ainda mais perto que Lucy do ancestral comum entre humanos e chimpanzés.
Esses questionamentos são comuns; grandes descobertas científicas costumam ser saudadas dessa maneira. Até que mais cientistas possam estudar o fóssil, um amplo consenso sobre seu papel na evolução humana pode continuar indefinido.
A descoberta em 2003 dos pequenos "hobbits" na Indonésia, por exemplo, desencadeou um longo debate sobre eles seriam uma espéci à parte da humanidade ou não.
Tim White, um dos cientistas que descreveram Ardi no ano passado, disse que não se surpreende com o debate atual. "Era totalmente esperado", disse ele. "Sempre que se tem algo tão diferente quanto Ardi, provavelmente haverá isso".
Esteban Sarmiento, da Fundação de Evolução Humana, escreve na nova análise que não está convencido de que Ardi pertence ao ramo da árvore da vida que conduz à espécie humana.
Em vez disso, argumenta, ele pode ter vindo mais cedo, antes que o ramo humano se separasse dos ancestrais de gorilas e chimpanzés.
As características anatômicas específicas de dentes, o crânio e outras partes citadas pelos descobridores simplesmente não são indício suficiente de participação no ramo humano, diz ele. Algumas, como certas peculiaridades do pulso e da conexão da mandíbula indicam que Ardi surgiu antes que os humanos se separassem dos macacos africanos.
Em uma réplica por escrito na Science e em entrevista, White discorda de Sarmiento. "A evidência é muito clara de que no Ardipithecus há características encontradas apenas nos hominídeos posteriores e em humanos", disse ele. Se Ardi ainda fosse um ancestral dos chimpanzés, várias características teriam tido de" evoluir de volta" para uma forma mais simiesca, o que White considera "altamente improvável".
Outros especialistas, no entanto, disseram em entrevistas que acham que é muito cedo para dizer onde Ardi se encaixa.
Will Harcourt-Smith, do Museu Americano de História Natural e do Lehman College, disse que não poderia afirmar se Sarmiento está certo ou errado. "Estamos no início" da análise de Ardi, disse ele.
"Até que haja uma descrição mais completa do esqueleto, é preciso ser cauteloso ao interpretar a análise inicial de um jeito ou de outro". Mas ele disse discordar da avaliação de que Ardi seria velho demais para fazer parte do ramo humano. [Fonte: Estadão]
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Estudo indica que humanos tiveram filhos com neandertais
Um estudo mostrou que todos os humanos, exceto os de ancestralidade puramente africana, tem em seu DNA uma contribuição de 1% a 4% de elementos genéticos de neandertais, indicando que as duas espécies cruzaram entre si e geraram descendentes comuns.
O estudo de quatro anos, liderado pelo instituto alemão Max Planck com colaboração de várias universidades de outros países e divulgado na publicação científica Science, desvendou o genoma, ou código genético, dos homens de Neandertal, espécie extinta há aproximadamente 29 mil anos.
As conclusões surpreenderam especialistas, já que evidências anteriores sugeriam que os neandertais não haviam contribuído para nossa herança genética.
O estudo também confirma que quase a totalidade dos humanos descende de um pequeno grupo de africanos que se espalhou pelo planeta, entre 50 e 60 mil anos atrás.
Cruzamentos
Traços da contribuição genética do neandertal foram encontrados em populações europeias, asiáticas e da Oceania.
"Eles não foram totalmente extintos, vivem um pouco em nós", disse o professor Svante Paabo do Max Planck em Leipzig.
O professor Chris Stringer, do Museu de História Natural de Londres, disse que "o que realmente nos surpreendeu foram as evidências de que ocorreu algum tipo de cruzamento entre neandertais e humanos modernos".
Outros especialistas se disseram surpresos com a relativamente alta quantidade de material genético do neandertal (até 4%) em humanos modernos.
A pesquisa
O genoma sequenciado usou DNA dos restos de três neandertais descobertos em uma caverna na Croácia.
Um dos desafios do projeto foi extrair material genético aproveitável dos ossos, que possuíam dezenas de milhares de anos de idade.
As amostras continham pequenas quantidades de DNA de neandertais, misturados com DNA de bactérias e colônias de fungos que instalaram-se nelas ao longo dos anos.
O DNA de neandertais havia se quebrado em pequenos pedaços e modificado-se quimicamente, mas estas mudanças eram de natureza regular, o que permitiu aos pesquisadores corrigir as imperfeições por meio de programas de computador.
Teorias
A explicação mais plausível para a aproximação genética entre não africanos e neandertais é a de que houve um contato reprodutivo reduzido (ou fluxo de genes) entre as duas espécies.
Este cruzamento pode ter ocorrido quando os humanos deixavam o continente africano, talvez no norte da África ou na península arábica.
Segundo a teoria que diz que o mundo foi povoado a partir da África, o homo sapiens substituiu gradativamente as populações indígenas de outras regiões, como os neandertais.
Pesquisas anteriores indicavam a Europa como o local mais provável para as duas espécies terem se encontrado e possivelmente trocado genes.
Homo sapiens e neandertais conviveram no continente por mais de 10 mil anos. [Fonte: BBC Brasil]
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Hominídeo achado na África do Sul revela nova etapa na evolucão humana
Dois esqueletos parciais fossilizados de uma espécie de hominídeo, com quase dois milhões de anos, foram descobertos na África do Sul, levantando o véu sobre uma nova etapa da evolução humana, segundo trabalhados divulgados nesta quinta-feira pela revista americana Science. [Foto:Ho/AFP] Caminhavam erguidos e compartilhavam vários traços das primeiras espécies conhecidas, o que poderá ajudar a responder a alguns questionamentos científicos, enfatizaram os pesquisadores.
"Podemos, no entanto, concluir que esta nova espécie compartilha mais traços com os primeiros hominídeos do que qualquer outro Australopithecus", acrescentou. [Fonte: Yahoo Notícias]
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