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Como será o rosto humano daqui 100 mil anos

As interações com o ambiente ajudam a moldar o corpo humano. Sabemos que as mudanças climáticas e o uso de ferramentas tecnológicas como o Google Glass deverão mudar nosso rosto. O artista e pesquisador norte-americano Nickolay Lamm se uniu ao geneticista Alan Kwan para investigar como será a face humana daqui a 100 mil anos.
De acordo com os pesquisadores, nesse prazo, estaremos muito parecidos com um mangá. Em 20 mil anos, os humanos deverão ter uma testa maior - essa estimativa é baseada em pesquisas científicas anteriores, cujos resultados mostram um crescimento da testa com a evolução da nossa espécie.
Outra mudança deverá acontecer na nossa pele. Por conta da maior incidência de raios ultravioletas, ela será mais escurecida. Em 60 mil anos, por conta da evolução tecnológica, deveremos ter a aparência que quisermos. Já em 100 mil anos, prazo final do estudo dos cientistas, deveremos ter olhos maiores e nariz reto, características consideradas atraentes (vi na Forbes, dica da @vleonel) - [Fonte: Yahoo]
Humanos atualmente. Foto/Nickolay Lamm
Humanos daqui 60 mil anos. Foto: Nickolay Lamm
Humanos daqui 100 mil anos. Foto: Nickolay Lamm

Cientistas descobrem novos dados do menor e mais antigo primata




Cientistas americanos revelaram novas ideias sobre a vida do Purgatorius, mais antigo primata do mundo. De acordo com pesquisadores que analisaram fósseis encontrados atualmente, o pequeno e ágil animal passou grande parte de seu tempo se alimentando de frutas e escalando árvores há 66 milhões de anos.

Segundo o jornal britânico Daily Mail, os fósseis dos ossos abaixo da cabeça foram os primeiros encontrados. Antes, somente dentes teriam revelado a existência do Purgatorius. "Os ossos do tornozelo mostram que o animal tinha uma mobilidade como os primatas de hoje em dia que vivem em árvores", afirma Stephen Chester, coautor do estudo e paleontologista da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. "Essa mobilidade teria permitido a rotação dos pés em direções diferentes", diz. Além disso, segundo o pesquisador, os resultados também mostram que os primeiros primatas não tinham tornozelos alongados como os vistos em primatas de hoje em dia.

Após analisar o material, a equipe acredita que os ossos do tornozelo especializados do Purgatorius têm um importante papel no sucesso da evolução dos primatas. "Os novos fósseis sustentam a ideia de que os primeiros 10 milhões de anos da evolução primata aconteceram no contexto de um período intenso de diversificação similar em plantas, incluindo a habilidade de escalar galhos e colecionar frutas no início", afirmou Jonathan Bloch, do Museu de História Natural da Flórida.

O Purgatorius viveu durante o período Paleolítico, pouco depois da extinção dos dinossauros, quando começou a dominação dos mamíferos, era que vivemos atualmente. Acredita-se que este mamífero era de coloração marrom e de tamanho pequeno, além de ter uma cauda com bastante pelos, semelhante a um esquilo. Pesaria cerca de 360 gramas, sendo, neste caso, do tamanho dos lêmures de Madagascar. [TERRA]

Fósseis encontrados na China podem ser de espécie humana desconhecida

Foto: TVi24

A publicação de um estudo na última quarta-feira (14/03/2012) indicou que fósseis de pelo menos três indivíduos encontrados em uma caverna chinesa, datados da Idade da Pedra, seriam de uma espécie humana ainda desconhecida.
Os paleoantropólogos que realizaram a pesquisa, coordenados pelos professores Darren Curnoe, da Universidade de Nova Gales do Sul (UNSW), em Sidney, Austrália, e Ji Xueping, do Instituto de Arqueologia de Yunnan (sul da China), afirmaram à revista científica americana "PLoS One" que os fósseis apresentam traços anatômicos bastante diferentes, misturando características modernas e arcaicas.
Ainda assim, a respeito da classificação desses indivíduos, os cientistas procederam com cautela diante das peculiaridades de sua anatomia. "Estes novos fósseis poderiam ser de uma espécie até agora desconhecida, uma que sobreviveu até o final da Era do Gelo há cerca de 11 mil anos", afirmou o pesquisador Darren Curnoe.
"Também poderiam descender das tribos de humanos modernos desconhecidos até agora, que emigraram da África muito antes e que não contribuíram geneticamente a populações modernas", completou.
A descoberta dos fósseis dos indivíduos ocorreu em 1989 em Maludong, ou Cova do Cervo Vermelho, na província de Yunnan, na China, mas só começaram a ser analisados a partir de 2008.
"Este descobrimento abre um novo capítulo na história da evolução humana -- o capítulo da Ásia -- e é uma história que apenas começa a ser contada", disse Curnoe.[Fonte: Administradores.com]

 Cientistas afirmam que fósseis apresentam traços anatômicos bastante diferentes, misturando características modernas e arcaicas (Foto: Divulgação/PLoS One)




Cientistas acham crânio de macaco de 20 milhões de anos

Descoberta pode preencher lacunas no estudo da evolução dos seres humanos.

Arqueólogos de Uganda e França anunciaram nesta terça-feira (03/07/2011) a descoberta de um crânio completo de um macaco de 20 milhões de anos. O fóssil foi encontrado perto das encostas do vulcão extinto Napak, no vilarejo de Karamoja, Uganda. A novidade pode auxiliar pesquisadores na compreensão da evolução humana.
"Esta é a primeira vez que um crânio completo de um macaco dessa idade é descoberto. É um fóssil de extrema importância", afirmou em Campala, capital da Uganda, o paleontólogo Martin Pickford, do College de France, de Paris.
O crânio fossilizado pertenceu a um Ugandapitchecus major, primo remoto dos grandes símios atuais. Estudos preliminares mostram que se tratava de um herbívoro que subia em árvores, e que morreu quando tinha cerca de dez anos. Ele possuía a cabeça do mesmo tamanho que a de um chimpanzé e o cérebro do tamanho de um babuíno.
O achado pode dar pistas de como o cérebro do Homo sapiens evoluiu ao longo do tempo, adquirindo o tamanho necessário para se diferenciar de seus antepassados com o desenvolvimento da linguagem e o uso de diversas ferramentas. A equipe acredita que o espécime não tinha um cérebro grande o suficiente para falar, mas o fóssil pode dar algumas evidências da relação entre volume cerebral e ganho de peso, por exemplo. Isso é importante porque pesquisadores podem avaliar o grau de inteligência do primata.
Os restos, preservados pelas cinzas do vulcão durante milhares de anos, serão levados até Paris para serem examinados e documentados antes de serem encaminhados de volta a Uganda, daqui um ano.

Supremacia numérica deu vantagem a humanos contra Neandertais

Maior densidade demográfica de homens modernos pode ter sido chave na extinção dos Neandertais. Na foto, pedaço de crânio neandertal feminino.
O crescimento acelerado da quantidade de homens modernos há 40 mil anos pode ter sido um fator decisivo na competição entre humanos modernos e Neandertais, de acordo com um novo estudo, publicado nesta quinta-feira (28/07/2011) no periódico científico Science.

No trabalho, os arqueólogos Sir Paul Mellars e Jennifer French, ambos da Universidade de Cambridge, Inglaterra, analisaram a presença de neandertais e humanos em um período que vai de 55 a 35 mil anos atrás. O resultado foi que o número de humanos se multiplicou por nove ou dez neste período. Feita com base em uma análise estatística do número de ferramentas e restos de alimentos em três sítios arqueológicos na França, a pesquisa afirma que “estes dados mostram que a supremacia numérica sozinha deve ter sido um fator poderoso na competição demográfica e territorial entre os humanos modernos e os Neandertais,” escrevem Mellars e Jennifer no artigo.

Já os motivos tecnológicos, econômicos, sociais e biológicos pelos quais os humanos modernos foram capazes de sobreviver em populações muito maiores do que os Neandertais são ainda tema de debate. Cientistas acreditam que o Homo sapiens tinha vantagens claras na caça e processamento de comida, bem como no armazenamento de alimentos, com relações sociais mais complexas e capacidade de raciocínio simbólico e planejamento. “Tudo isso pode ter tido um efeito dramático na capacidade de sobrevivência e competição dos humanos modernos”, dizem também os pesquisadores no texto.
 Alguns especialistas argumentaram contra os resultados do artigo. A conclusão, segundo eles, não está necessariamente errada, dizem, embora os métodos sejam ultrapassados. O paleoantropólogo Erik Trinkaus, da Universidade de Washington em St. Louis, no Missouri, disse ter proposto a mesma hipótese há dois anos, mas afirmou que a metodologia de contagem de artefatos para calcular população é rejeitada pela comunidade arqueológica há anos. “O número de sítios tem pouco a ver com densidade demográfica. Por exemplo, um grupo de caçadores-coletores que se movimenta muito vai deixar menos sítios do um grupo sedentário, que fiquei no mesmo lugar por muito tempo e acumule mais lixo”, explicou à AP.
Christopher Ramsey, da Universidade de Oxford, disse que o estudo apenas traz mais provas quantitativas do que já se imaginava que tinha acontecido. Já João Zilhão, pesquisador da Universidade de Barcelona, ecoou Trinkaus nas críticas à metodologia, e afirmou que o que aconteceu não foi uma simples substituição. “Temos provas genéticas e paleontológicas que houve assimilação, e não pura substituição de espécies”. [Fonte: IG]

“Lucy” tinha pé semelhante ao de humanos modernos.

Foto: Science/AAAS
Foto do quarto osso metatarsal de um Australopithecus Afarensis

A dúvida sobre o modo de caminhar do hominídeo Australopithecus afarensis, um dos ancestrais do homem, chegou ao fim. A hipótese de que a espécie, cujo fóssil mais famoso é conhecido como Lucy, praticava uma forma de locomoção intermediária entre chimpanzés quadrúpedes que viviam em árvores e humanos bípedes caiu por terra com a descoberta em Hadar, na Etiópia, de um osso fossilizado, de 3,2 milhões de anos. O osso em questão é o quarto metatarsal – que conecta o dedo ao lado do mindinho à base do pé – e indica que a espécie tinha pés arqueados, semelhantes aos humanos modernos, por isso, andava em dois pés como fazemos atualmente.
Este osso é elemento chave que diferencia os pés de primatas e de humanos, pois forma arcos longitudinais e transversais na estrutura do pé. Isto quer dizer que o Australopithecus afarensis não tinha o pé chato e se movimentava com mais facilidade. Parece um detalhe, mas o desenvolvimento de pés arqueados foi uma mudança importante na evolução humana, pois significa o abandono da vida nas árvores.

“Nós sabemos há muitos anos que a espécie de Lucy, o Australopithecus afarensis, era um bípede ereto. Mas havia ainda o debate sobre se esta espécie continuava a viver entre as árvores e as hipóteses se baseavam em aspectos do esqueleto locomotor deles que lembra mais o de macacos que de humanos. A descoberta adiciona à evidência de um padrão de humanos modernos na estrutura e função do pé, o que implica uma adaptação a locomoção por dois pés”, disse ao iG William Kimbel, da Universidade do Arizona e um dos autores do estudo que será publicado esta semana no periódico científico Science.

Lucy andarilha
Os seres humanos são os únicos entre os primatas que têm pés arqueados. Esta característica facilita a locomoção em duas pernas, pois os arcos são responsáveis pela absorção do choque quando o pé toca o solo, assim como servem de plataforma dura para se impulsionar contra o chão. Os pés dos outros primatas não têm estes arcos, são mais flexíveis que os dos humanos e o dedão tem mais mobilidade, o que facilita a escalada de árvores e o engate em galhos.

Kimbel afirma que até a descoberta do fóssil do osso em Hadar, o padrão semelhante aos pés de humanos só havia sido visto em fósseis de Homo erectus de 1,8 milhões de anos, na Eurásia. “No entanto, é bom lembrar que os ossos do pé são muito raros em registros fósseis antigos, portanto não é surpreendente que a estrutura de pé igual a do homem moderno seja mais antiga que isto”, disse.

O Australopithecus afarensis viveu na África há mais de 3 milhões de anos e tinha cérebros menores e mandíbulas mais fortes que o homem moderno. Antes deles, registros fósseis revelam que vivia no Quênia e na Etiópia o Australopithecus anamensis, há 4,2 milhões de anos. E antes ainda, vivia o Ardipithecus ramidus, o mais antigo ancestral humano que vivia da Etiópia, há 4,4 milhões de anos. Embora as espécies fossem bípedes, passavam parte do tempo entre as árvores e seus pés ainda tinham características mais semelhantes aos de primatas como os chimpanzés. Ficavam em pé, mas não eram bons de caminhada.

A nova descoberta de Hadar permite dizer que há pelo menos 3,2 milhões de anos bons andarilhos vivem na Terra – isto porque não há muitos registros fósseis do A. anamensis que comprovem que estes também tivessem pés arqueados. De acordo com os cientistas, a nova descoberta sugere ainda que a vida entre as árvores tenha se tornado desfavorável aos parentes de Lucy. [Fonte: IG]

Esqueleto de 3,2 milhões de anos do Australopithecus Afarensis chamado Lucy
Foto: AP Fhoto/ Michael Stravato

EVOLUÇÃO DA HUMANIDADE: Descoberta histórica


O Instituto de Estudos Arqueológicos de Tel-Aviv, em Israel, divulgou, ontem, a descoberta de restos de Homo sapiens de 400 mil anos. O achado pode representar uma mudança nas teorias de evolução da humanidade, uma vez que os restos conhecidos até agora datavam de 200 mil anos atrás.

O responsável pelas escavações, Avi Gopher, declarou que foram encontrados oito dentes numa caverna a leste de Tel-Aviv. A análise de estalactites e estalagmites demonstraram que a caverna Qessem já tinha sido usada há 400 mil anos. Em 2006, a equipe encontrou o primeiro dente, mas esperou até achar outros para fazer os testes necessários.

– Até o momento, os traços mais antigos de Homo sapiens estavam no leste da África, datando de 200 mil anos – disse Gopher.

Reviravolta na evolução

Ossos encontrados na Etiópia revelam que, ao contrário do que se imaginava até hoje, o uso de ferramentas começou cerca de 1 milhão de anos antes do Homo habilis. Paleoantropólogo diz que descoberta muda drasticamente a história do homem.

É uma cena difícil de imaginar para quem acredita na supremacia da espécie Homo dentro da escala evolutiva. Há 3,4 milhões de anos, o marido de Lucy (1) sai para caçar e encontra um mamífero do tamanho de uma vaca. O animal está agonizando — talvez tenha sido ferido por outro maior que ele. Então, o hominídeo, de 1m de altura, mais parecido com um chimpanzé do que com um homem moderno, pega uma faca que ele mesmo fabricou, corta os pedaços de carne e leva a presa para a caverna. O jantar da família está garantido.

Graças a dois pedaços de ossos encontrados da região de Afar, na Etiópia, cientistas do Projeto de Pesquisa Dikika (2) descobriram que os ancestrais do homem moderno comiam carne um milhão de anos antes do que se acreditava. Também eram capazes de usar um artefato complexo para separar o alimento da carcaça. Até agora, essa era uma habilidade atribuída apenas ao Homo habilis, que viveu cerca de um milhão de anos depois do Australopiteco afarense, espécie de hominídeo ao qual Lucy pertenceu.

O líder da equipe de pesquisadores, o paleoantropólogo Zeresenay Alemseged, da Academia de Ciências da Califórnia, disse que a descoberta muda “dramaticamente” o que se pensa, até agora, sobre o comportamento dos ancestrais do homem. Segundo ele, o uso de ferramentas alterou a maneira como os hominídeos interagiam com a natureza, permitindo que eles experimentassem novos tipos de alimento e explorassem territórios ainda desconhecidos. “Criar ferramentas foi um passo crítico para o nosso padrão evolutivo, e que eventualmente permitiu o desenvolvimento de tecnologias mais avançadas, como aviões, tomógrafos e até iPhones”, exemplificou Alemseged.

À primeira vista, os dois ossos encontrados podem parecer apenas mais um par de fósseis. De acordo com o paleoantropólogo, contudo, trata-se de uma revolução na história evolutiva. “Essa descoberta vai, definitivamente, nos forçar a revisar nossos textos sobre a evolução humana, já que evidencia que o uso de ferramentas e o consumo de carne na nossa família é um milhão de anos mais antiga do que acreditávamos. E esses desenvolvimentos tiveram um impacto enorme na história da humanidade”, comenta.

Até agora, a evidência mais antiga de uso de ferramentas para cortar carne havia sido descoberta em Bouri, também na Etiópia, em ossos com várias marcas, datados de 2,5 milhões de anos atrás. A ferramenta de pedra mais antiga, da mesma época, foi encontrada perto da região etíope de Gona. Apesar de nenhum fóssil de hominídeo ter sido descoberto junto dos ossos em Bouri ou à ferramenta em Gona, uma mandíbula superior pertencente a algum indivíduo do gênero Homo com cerca de 2,4 milhões de anos estava em uma localidade próxima. A maior parte dos paleoantropólogos acredita que as ferramentas foram feitas e usadas apenas a partir do Homo habilis, que leva esse nome justamente pela habilidade de transformar objetos da natureza em artefatos úteis.


Comprovação

Os ossos dos animais — que teriam o tamanho de uma vaca e de uma cabra — encontrados agora foram datados em 3,4 milhões de anos. Vários exames comprovaram que as marcas aparentes nos fósseis foram provocadas por um objeto cortante. Usando a técnica de energia dispersiva de raios X, os pesquisadores constataram que as marcas foram criadas antes de os ossos serem fossilizados, significando que um dano recente pode ser eliminado como causa das marcas. Além disso, elas estão mais de acordo com a morfologia de um corte provocado por um objeto de pedra do que com o formato de uma mordida.

De acordo com Alemseged, os ossos estavam a 200m do local onde a equipe do paleoantropólogo havia descoberto, há 10 anos, o esqueleto de Selam. Anunciada à imprensa em 2006, a Australopithecus afarensis foi apelidada de “filha da Lucy”, a fêmea que viveu há cerca de 3,3 milhões de anos. “Depois de uma década estudando Selam e procurando por novas pistas sobre sua vida, podemos, agora, adicionar um detalhe significativo à sua história”, disse Alemseged ao Correio. “À luz dessa descoberta, podemos pensar que Selam deveria ajudar os membros de sua família no corte dos restos dos animais”, diz.

Segundo o pesquisador, a localização e a idade dos ossos encontrados em Dikika indicam claramente que as ferramentas foram usadas por indivíduos da espécie Australopithecus afarensis, já que nenhum outro hominídeo viveu nessa parte da África ao mesmo tempo que ele. “Agora, quando imaginarmos Lucy caminhando pela paisagem do leste africano, procurando por comida, podemos, pela primeira vez, imaginá-la com uma ferramenta de pedra nas mãos e caçando carne”, disse, em nota à imprensa, Shannon McPherron, arqueóloga do Projeto de Pesquisa Dikika. “Com as ferramentas nas mãos, que permitiam facilmente arrancar a carne e quebrar ossos, as carcaças dos animais devem ter se tornado uma fonte de comida mais atrativa. Esse tipo de comportamento remonta a duas características que, mais tarde, seriam usadas para definir nossa espécie — carnívoros e fabricante/usuário de manufaturas”, acrescentou.


Dúvida

Embora esteja claro que o Australopithecus afarensis usava pedras pontudas para arrancar a carne dos ossos, é impossível saber, somente pelas marcas, se os indivíduos chegavam a afiá-las para ganhar esse formato ou se já procuravam, na natureza, por pedras que pudessem servir de ferramenta. Até agora, a equipe de pesquisadores ainda não encontrou nenhuma pedra em Dikika pertencente a esse período. Segundo McPherron, o objetivo do grupo, agora, é tentar localizar as ferramentas para verificar se elas realmente eram feitas pelos Australopithecus afarensis.

Independentemente disso, Alemseged está certo de que a descoberta é reveladora. “Agora, temos um entendimento maior sobre as forças seletivas responsáveis por moldar as primeiras fases da história humana. Uma vez que nossos ancestrais começaram a usar ferramentas de pedra para ajudá-los a desossar grandes carcaças, isso abriu para eles uma competição arriscada com outros carnívoros, o que pode ter requerido um nível de trabalho de equipe sem precedentes”, acredita.


1 - Homenagem aos Beatles

Os ossos de Lucy foram descobertos em 1974, no deserto de Afar, na Etiópia, pelo norte-americano Donald Johanson. Com idade estimada entre 3,4 milhões e 3,2 milhões de anos, ela é a mais antiga ancestral do gênero Homo já encontrada. Outros fósseis de hominídeos descobertos nos últimos anos são mais antigos do que Lucy, mas nenhum está tão completo quanto o dela. O esqueleto ganhou esse nome em homenagem à música dos Beatles Lucy in the sky with diamonds.


2 - Grupo especializado

O instituto de pesquisa foi criado pelo paleoantropólogo etíope Zeresenay Alemseged, em 1999. Nos últimos 11 anos, ele vem conduzindo temporadas de estudo em campo em Dikika com um grupo de pesquisadores internacionais especializados em paleoantropologia, paleontologia, geologia e arqueologia. O objetivo é descobrir questões relacionadas à evolução do homem. Em 2006, a equipe publicou um artigo na revista Nature, descrevendo o mais antigo e mais completo esqueleto de uma criança da espécie Australopiteco afarense, batizada de Selam. 


Três perguntas para Zeresenay Alemseged // Paleoantropólogo

O que o senhor considera o mais importante da descoberta?

Essa descoberta muda dramaticamente o que sabemos sobre o comportamento de nossos ancestrais. O uso de ferramentas alterou a forma como nossos ancestrais interagiam com a natureza, permitindo a eles comer novos tipos de alimentos e explorar novos territórios. Isso também os conduziu à arte de fabricar ferramentas, um passo crítico nos padrões da evolução, que resultou, eventualmente, em tecnologias mais avançadas, como aviões, tomógrafos e iPhones.


O que muda agora no nosso entendimento sobre os australopitecos?

Essa descoberta definitivamente nos força a revisar nossos livros sobre a evolução humana, já que ela mostra a evidência do uso de ferramentas e do hábito de comer carne em nossa família, 1 milhão de anos antes do que o esperado. Esses desenvolvimentos tiveram um enorme impacto na história da humanidade.


Nas escala evolutiva, o que signficiou o uso de ferramentas pelos australopitecos?

Agora, temos um grande entendimento das forças seletivas que foram responsáveis por moldar as primeiras fases da história humana. Uma vez aue nossos ancestrais começaram a usar ferramentas de pedra para tirar a carne de grandes carcaças, eles se dispuseram a entrar em uma competição arriscada com outros carnívoros, o que pode ter requerido a eles engajar em um nível de trabalho de equipe sem precedentes. [Fonte: Correio Braziliense]

Homem veio mesmo só da África, diz estudo

Estudo analisou mais de 4.500 crânios antigos humanos, de todas as regiões do globo. Resultado refuta idéia de que homem tenha surgido em vários lugares ao mesmo tempo.


Uma nova análise de mais de 4.500 crânios procedentes de todo o mundo, combinada com estudos sobre as variações genéticas nos humanos, comprova a teoria de que o ser humano se originou apenas na África -- e de nenhum outro lugar. Os resultados do relatório, publicado na última edição da revista científica britânica "Nature", mostram que a diversidade genética diminui à medida que a população se afasta da África. A observação coincide com a teoria de que a população mundial descende de um número reduzido de Homo sapiens surgido e emigrado da África. Além disso, ao estudar os crânios de mais de 105 populações diferentes, os cientistas descobriram que os atributos físicos não só variavam mais entre os mesmos exemplares do sudeste da África, mas as diferenças diminuíam quanto mais afastada do continente africano era a área de onde provinham. As origens e a dispersão dos primeiros humanos anatomicamente modernos geraram um debate entre os que atribuem a origem a uma região da África Subsaaariana e os que sustentam que diferentes populações evoluíram independentemente desde o Homo erectus até o Homo sapiens em diversas áreas do planeta. O primeiro dos cenários, apoiado em análises genéticas, constata uma expansão dos humanos em direção ao Oriente Médio, Europa, Ásia, Oceania e América a partir de um número reduzido de migrantes, o que teria levado a uma perda da diversidade genética à medida que aumentava a distância do continente africano. Liderados por Andrea Manica, do departamento de Zoologia da Universidade de Cambridge, os pesquisadores alegam que o estudo demonstra "definitivamente" que os atuais humanos se originaram em uma única região da África. Para assegurar a validade das conclusões, a equipe de cientistas britânicos tentou utilizar dados para encontrar origens dos primeiros humanos modernos fora da África, experimento que terminou sem resultados. [Fonte: G1]

SOMOS UM POUCO NEANDERTAIS

Cientistas descobrem que espécie se misturou com os nossos ancestrais. Habitantes da Europa, Ásia, Oceania e América partilham gene com espécie desaparecida há 24 mil anos:
Não somos a espécie que pensamos ser. Assumimos que somos melhores do que os neandertais, ou que a superioridade da nossa espécie os levou à extinção. Mas, de acordo com as últimas análises de DNA, estas criaturas primitivas se relacionaram com o Homo sapiens, passando seus genes para as nossas linhagens.
Concepção artística mostra humano moderno ruivo e sua contraparte neandertal (Foto: Michael Hofreiter e Kurt Fiusterweier/MPG EVA)

Isto certamente acaba com o mito de uma espécie distinta, pura e triunfante sobre os neandertais e outras espécies. Estas novas descobertas podem nos obrigar a considerar os neandertais como parte da nossa espécie ou, então, sermos obrigados a repensar a nossa classificação como Homo sapiens.
Os biólogos dizem que o conceito de espécie, ensinado nas escolas, que diz que elas se tornam distintas quando seus membros não podem produzir descendentes férteis, ficou ultrapassado. Hoje, os cientistas perceberam que a separação delas é um processo, diz o biólogo Paul Schmidt, da Universidade da Pensilvânia. Os grupos podem interagir produzindo descendentes férteis e inférteis.“Um biólogo pode dizer: ?Hum! Isto não é um grande achado, acontece a toda hora”, diz. Mas fica mais difícil admitir tais relações interespécies quando humanos são envolvidos. No passado, mesmo entre aqueles que aceitavam que nós não fomos criados por uma divindade, havia a crença de que éramos o ponto final de uma poderosa cadeia evolutiva. Agora, descobrimos que fazemos parte de um emaranhado, como os outros animais.A evidência de que os neandertais se misturaram com os ancestrais humanos vem de uma comparação entre o DNA humano e o extraído de ossos de neandertais, com 38 mil anos, como parte do Projeto Genoma Neandertal.
Os pesquisadores trabalham com a hipótese de que a humanidade surgiu na África, há cerca 100 mil anos, e começou a se expandir em várias direções, substituindo espécies mais antigas de hominídeos na Europa, Ásia e Oriente Médio.
O mais famoso destes substituídos foram os neandertais, cujos ancestrais se separaram da nossa linhagem cerca de 400 mil anos atrás. Com o passar do tempo, a evolução os moldou para serem mais pesados e mais fortes do que os humanos modernos. A palavra neandertal tornou-se sinônimo de brutalidade e estupidez, embora os cérebros deles fossem pouco maiores do que os nossos.
Entre 50 mil e 80 mil anos atrás, nossos ancestrais começaram a sair da África em direção aos territórios habitados pelos neandertais, que teriam desaparecido há 24 mil anos. As últimas análises genéticas indicam que eles não se extinguiram, mas se misturaram com o Homo sapiens, deixando todos os não-africanos com uma porção de DNA neandertal.
Os pesquisadores que realizaram a análise se esquivaram de falar sobre o que isso significava para nós. “É difícil responder se somos uma espécie diferente ou uma subespécie”, disse o geneticista Richard Green, da Universidade da Califórnia, em Santa Cruz.Alan Templeton, biólogo da Universidade de Washington, esta última análise de DNA confirma o que se falava há tempos: que os neandertais eram parte de nossa espécie. Por anos, ele tem comparado o DNA de pessoas de todo o mundo, procurando padrões que mostrem aspectos da nossa evolução. “A ideia é de que há grupos ou raças puras não faz nenhum sentido”, disse.
Ele disse que os cientistas utilizam diferentes critérios para distinguir as espécies animais e as humanas. Por exemplo, diferentes grupos de chimpanzés são muito mais geneticamente diferentes do que os homens e os neandertais e não há nenhum problema em agrupá-los em uma única espécie.
Novas evidências mostram que eles usavam pigmentos, faziam joias e provavelmente falavam. Análises genéticas mostram que eles compartilham conosco uma versão de um gene, chamado FOXP2, crucial para o desenvolvimento da linguagem e que não está presente em outros animais.[Fonte: Jornal AN]


Cientistas questionam posição de 'Ardi' na evolução humana





No ano passado, um esqueleto fossilizado chamado "Ardi" abalou o campo da evolução humana. Agora, alguns cientistas levantam dúvidas sobre o que essa criatura da Etiópia realmente era, e em que tipo de paisagem vivia.


Divulgação
Reconstituição da possível aparência de Ardi

Novas críticas questionam se Ardi realmente pertence ao ramo humano da árvore evolutiva, e se ele realmente vivia em florestas. A segunda questão tem implicações para as teorias sobre o tipo de ambiente que desencadeou a evolução humana.


O novo trabalho aparece na revista Science, que em 2009 declarou a apresentação original do fóssil de 4,4 milhões de anos a principal descoberta do ano.

Ardi, abreviação de Ardipithecus ramidus, é um milhão de anos mais velho que o fóssil Lucy. Ano passado, foi saudado como uma janela para os primórdios da evolução humana.

Pesquisadores tinham concluído que Ardi andava ereto e não sobre os nós dos dedos das mãos, como os chimpanzés, e que vivia em florestas, não em campos gramados. Ela não se parece muito com os chimpanzés atuais, nossos parentes mais próximos ainda vivos, embora estivesse ainda mais perto que Lucy do ancestral comum entre humanos e chimpanzés.

Esses questionamentos são comuns; grandes descobertas científicas costumam ser saudadas dessa maneira. Até que mais cientistas possam estudar o fóssil, um amplo consenso sobre seu papel na evolução humana pode continuar indefinido.

A descoberta em 2003 dos pequenos "hobbits" na Indonésia, por exemplo, desencadeou um longo debate sobre eles seriam uma espéci à parte da humanidade ou não.

Tim White, um dos cientistas que descreveram Ardi no ano passado, disse que não se surpreende com o debate atual. "Era totalmente esperado", disse ele. "Sempre que se tem algo tão diferente quanto Ardi, provavelmente haverá isso".

Esteban Sarmiento, da Fundação de Evolução Humana, escreve na nova análise que não está convencido de que Ardi pertence ao ramo da árvore da vida que conduz à espécie humana.

Em vez disso, argumenta, ele pode ter vindo mais cedo, antes que o ramo humano se separasse dos ancestrais de gorilas e chimpanzés.

As características anatômicas específicas de dentes, o crânio e outras partes citadas pelos descobridores simplesmente não são indício suficiente de participação no ramo humano, diz ele. Algumas, como certas peculiaridades do pulso e da conexão da mandíbula indicam que Ardi surgiu antes que os humanos se separassem dos macacos africanos.

Em uma réplica por escrito na Science e em entrevista, White discorda de Sarmiento. "A evidência é muito clara de que no Ardipithecus há características encontradas apenas nos hominídeos posteriores e em humanos", disse ele. Se Ardi ainda fosse um ancestral dos chimpanzés, várias características teriam tido de" evoluir de volta" para uma forma mais simiesca, o que White considera "altamente improvável".

Outros especialistas, no entanto, disseram em entrevistas que acham que é muito cedo para dizer onde Ardi se encaixa.

Will Harcourt-Smith, do Museu Americano de História Natural e do Lehman College, disse que não poderia afirmar se Sarmiento está certo ou errado. "Estamos no início" da análise de Ardi, disse ele.

"Até que haja uma descrição mais completa do esqueleto, é preciso ser cauteloso ao interpretar a análise inicial de um jeito ou de outro". Mas ele disse discordar da avaliação de que Ardi seria velho demais para fazer parte do ramo humano. [Fonte: Estadão]

Estudo indica que humanos tiveram filhos com neandertais

Um estudo mostrou que todos os humanos, exceto os de ancestralidade puramente africana, tem em seu DNA uma contribuição de 1% a 4% de elementos genéticos de neandertais, indicando que as duas espécies cruzaram entre si e geraram descendentes comuns.

O estudo de quatro anos, liderado pelo instituto alemão Max Planck com colaboração de várias universidades de outros países e divulgado na publicação científica Science, desvendou o genoma, ou código genético, dos homens de Neandertal, espécie extinta há aproximadamente 29 mil anos.

As conclusões surpreenderam especialistas, já que evidências anteriores sugeriam que os neandertais não haviam contribuído para nossa herança genética.

O estudo também confirma que quase a totalidade dos humanos descende de um pequeno grupo de africanos que se espalhou pelo planeta, entre 50 e 60 mil anos atrás.

Cruzamentos

Traços da contribuição genética do neandertal foram encontrados em populações europeias, asiáticas e da Oceania.

"Eles não foram totalmente extintos, vivem um pouco em nós", disse o professor Svante Paabo do Max Planck em Leipzig.

O professor Chris Stringer, do Museu de História Natural de Londres, disse que "o que realmente nos surpreendeu foram as evidências de que ocorreu algum tipo de cruzamento entre neandertais e humanos modernos".

Outros especialistas se disseram surpresos com a relativamente alta quantidade de material genético do neandertal (até 4%) em humanos modernos.

A pesquisa

O genoma sequenciado usou DNA dos restos de três neandertais descobertos em uma caverna na Croácia.

Um dos desafios do projeto foi extrair material genético aproveitável dos ossos, que possuíam dezenas de milhares de anos de idade.

As amostras continham pequenas quantidades de DNA de neandertais, misturados com DNA de bactérias e colônias de fungos que instalaram-se nelas ao longo dos anos.

O DNA de neandertais havia se quebrado em pequenos pedaços e modificado-se quimicamente, mas estas mudanças eram de natureza regular, o que permitiu aos pesquisadores corrigir as imperfeições por meio de programas de computador.

Teorias

A explicação mais plausível para a aproximação genética entre não africanos e neandertais é a de que houve um contato reprodutivo reduzido (ou fluxo de genes) entre as duas espécies.

Este cruzamento pode ter ocorrido quando os humanos deixavam o continente africano, talvez no norte da África ou na península arábica.

Segundo a teoria que diz que o mundo foi povoado a partir da África, o homo sapiens substituiu gradativamente as populações indígenas de outras regiões, como os neandertais.

Pesquisas anteriores indicavam a Europa como o local mais provável para as duas espécies terem se encontrado e possivelmente trocado genes.

Homo sapiens e neandertais conviveram no continente por mais de 10 mil anos. [Fonte: BBC Brasil]


Hominídeo achado na África do Sul revela nova etapa na evolucão humana

Dois esqueletos parciais fossilizados de uma espécie de hominídeo, com quase dois milhões de anos, foram descobertos na África do Sul, levantando o véu sobre uma nova etapa da evolução humana, segundo trabalhados divulgados nesta quinta-feira pela revista americana Science. [Foto:Ho/AFP]


Este hominídeo foi batizado de Australopithecus sediba. Dois espécimes - uma mulher adulta e um homem - foram encontrados numa caverna, perto um do outro e muito bem conservados.
Caminhavam erguidos e compartilhavam vários traços das primeiras espécies conhecidas, o que poderá ajudar a responder a alguns questionamentos científicos, enfatizaram os pesquisadores.


Estes dois fósseis têm de 1,95 a 1,78 milhão de anos e a estrutura de seu esqueleto é similar à das primeiras espécies Homo, como a famosa "Lucy", de 3,2 milhões de anos e durante muito tempo considerada o ancestral comum da humanidade até descoberta de "Ardi" (Ardipithecus ramidus), de 4,4 milhões de anos.

Os dois novos fósseis sul-africanos são um hominídeo surgido um milhão de anos depois de Lucy. Suas características mostram que a transição entre os primeiros hominídeos e o gênero Homo aconteceu muito lentamente.


"Não é possível estabelecer de forma precisa a posição filogenética - relações de parentesco - do Sediba em relação às diferentes espécies desde o início do gênero Homo", explicou Lee Berger, da Universidade de Witwatersrand em Johannesburgo, principal autor do estudo.
"Podemos, no entanto, concluir que esta nova espécie compartilha mais traços com os primeiros hominídeos do que qualquer outro Australopithecus", acrescentou. [Fonte: Yahoo Notícias]

Minha Despedida:

CARTA ABERTA: Venho por meio desta externar meu profundo agradecimento pela oportunidade a mim concedida de lecionar por mais de 10 anos na FGG para o curso de Pedagogia e por um determinado período no curso de Psicologia, e por poder colaborar com a ACE em reuniões, eventos e formaturas sempre que solicitado. Nesse tempo lecionei as disciplinas de Filosofia da Educação, História da Educação, Projetos Educacionais, Políticas Públicas, Formação Continuada dos Docentes, Gestão Escolar, Educação e Novas Tecnologias, Educação de Jovens e Adultos, Antropologia, Sociologia da Educação e Empreendedorismo. Reconheço que mais aprendi que ensinei. Também estendo meus agradecimentos sinceros especialmente para algumas pessoas, dentre elas destacam-se: Professora Cheila, ex-coordenadora do curso de Pedagogia, gestora competente e ética, a qual me deu a oportunidade de compor sua equipe de trabalho; Professor Petry, ex-diretor da faculdade e excelente professor de sociologia; Professor Júlio, gestor por excelência do curso de Psicologia; Agradeço a ex-secretária Jovita e a Secretária Sandra, sempre muito prestativas e educadas. Também agradeço a professora empreendedora Marília, a qual tive o privilégio de ser aluno e mais tarde colega de trabalho; E a amiga Elisabeth, ex-professora da pedagogia, sempre muito comprometida, atualmente colega de trabalho na SDR/GERED. Meu muito obrigado ao Luciano, sempre muito prestativo e excelente funcionário. Também estendo meus agradecimentos a toda equipe administrativa e corpo docente do curso de Pedagogia da FGG. Ao corpo discente desejo muito sucesso enquanto acadêmicos e acadêmicas do curso de Pedagogia, especialmente para aqueles e aquelas que por algum período tive a honra de ter como meus alunos e alunas. A vocês desejo também sucesso profissional, sempre pautado pela ética e pelo comprometimento. Lembrem-se que: “uma visão de futuro sem ação é apenas um sonho; Uma ação sem visão de futuro é apenas um passatempo; Porém, uma visão de futuro com ação planejada pode causar uma revolução pessoal e profissional positiva”. Por isso, digo a todos e a todas, mesmo para aqueles e aquelas que por alguma razão não entenderam minha proposta pedagógica de trabalho: “acredite em você, tenha pensamentos de sucesso, palavras de sucesso, ações de sucesso, hábitos de sucesso e acima de tudo caráter, e certamente o teu destino só poderá ser o sucesso pessoal e profissional”! Mais uma vez muito obrigado por tudo e que Deus nos dê sabedoria e ilumine a todos nós. Cordialmente, Professor Jorge Schemes.