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Arqueólogos Afirmam ter Descoberto ‘Cidade Subterrânea’ Sob as Pirâmides do Egito

 

Cientistas sugerem que estruturas subterrâneas poderiam formar um sistema de câmaras interligadas


Pesquisadores italianos e escoceses afirmam ter descoberto uma cidade subterrânea sob as Pirâmides de Gizé, no Egito, com estruturas que se estendem por mais de 2.000 metros, sendo até dez vezes maiores que as pirâmides.

Segundo Nicole Ciccolo, porta-voz do projeto, os pesquisadores detectaram oito poços verticais em forma de cilindro abaixo da base da Pirâmide de Quéfren, que se estendem por mais de 640 metros em direção ao subterrâneo. Além dos poços, foram encontradas outras estruturas em forma de cubo e cinco complexos de vários níveis conectados por passagens. Algumas dessas descobertas estariam a cerca de 1.210 metros abaixo da superfície.

Os cientistas sugerem que as estruturas subterrâneas poderiam formar um sistema de câmaras interligadas, possivelmente relacionadas aos “Salões de Amenti”, mencionados nas crenças espirituais do antigo Egito. A descoberta foi descrita como uma redefinição da topografia da região, com implicações para a compreensão da arquitetura e dos rituais egípcios.

No entanto, a possível descoberta gerou controvérsias. O especialista em tecnologia arqueológica, professor Lawrence Conyers, da Universidade do Arizona, refutou a ideia de que as tecnologias atuais possam gerar imagens precisas a milhares de metros abaixo do solo. Conyers classificou as descobertas como “um grande exagero”, mas reconheceu a possibilidade de que estruturas menores, como câmaras, possam ter existido no local antes das pirâmides, dada a importância espiritual da região para as antigas civilizações.

Conyers destacou que, para validar as descobertas, escavações direcionadas seriam necessárias. O professor também enfatizou que, apesar das críticas, os métodos utilizados na pesquisa precisam ser analisados com rigor, o que é essencial para qualquer discussão científica e arqueológica.

O complexo da Pirâmide de Gizé, que abriga a Grande Pirâmide, a Pirâmide de Quéfren, a Pirâmide de Menkaure, a Grande Esfinge e várias outras estruturas menores, segue sendo um dos maiores marcos arqueológicos do mundo. As possíveis descobertas podem abrir novas possibilidades de estudo sobre o Egito antigo, mas, por enquanto, a veracidade da “cidade subterrânea” ainda está sendo questionada pela comunidade científica.

FONTE: R7

Pesquisadores descobrem “cidade subterrânea” sob as pirâmides do Egito

Projeto Quéfren descobriu uma cidade subterrânea sob o Planalto de Gizé, cuja profundidade é de 1,2 km. Acredita-se ser a lendária Amenti


Pesquisadores da Itália e Escócia descobriram a existência de uma cidade subterrânea sob as Pirâmides de Gizé, no Egito, através de um estudo com raio-X. Os cientistas usaram uma tecnologia que transforma os sinais de radar em informações fônicas, que permitem a detecção de vibrações milimétricas.

Projeto Quéfren:

  • As principais descobertas sobre a segunda maior pirâmide do Planalto de Gizé, conhecida como Pirâmide de Quéfren, foram divulgadas no último dia 15 de março.
  • O projeto Quéfren descobriu uma cidade subterrânea sob o Planalto de Gizé, cuja profundidade é de 1,2 km.
  • A análise de dezenas de imagens tomográficas do Synthetic Aperture Radar (SAR), capturadas de diversos ângulos, possibilitou a reconstrução tridimensional do interior da pirâmide de Quéfren.

Bem abaixo da superfície do planalto, próximo à base da pirâmide, foram identificadas cinco estruturas idênticas, interligadas por caminhos geométricos. No interior de cada uma dessas estruturas, há cinco níveis horizontais e um teto inclinado.

Abaixo dessas cinco estruturas, foram identificadas oito formações cilíndricas que aparentam ser poços verticais, ocos internamente e rodeados por caminhos espirais descendentes. Esses oito poços, alinhados verticalmente e dispostos em duas fileiras paralelas no sentido norte-sul, estendem-se até uma profundidade de 648 metros.

Nesse ponto, todas as formações convergem para duas grandes estruturas cúbicas, cada uma com aproximadamente 80 metros de largura.

A estrutura completa se estende por aproximadamente dois quilômetros abaixo da superfície, alcançando uma profundidade significativa. Além disso, ela se prolonga por baixo de todas as três pirâmides do complexo do Planalto de Gizé, abrangendo uma área subterrânea vasta e interligada.


O estudo de Corrado Malanga, da Universidade de Pisa, Itália, e Filippo Biondi, envolvido em pesquisas de radar e sensoriamento remoto com a Universidade de Strathclyde, Escócia, ainda não foi revisado por pesquisadores independentes.

Para Nicole Siccolo, porta-voz do Projeto Quéfren, o estudo mostrou uma das maiores revelações arqueológicas da história moderna. A pesquisadora esclarece que foi possível mapear estruturas, salas e corredores que se estendem por quilômetros abaixo da superfície, revelando uma rede intrincada de poços verticais e câmaras gigantescas que rivalizam em tamanho com as próprias pirâmides.

“A descoberta de uma vasta cidade subterrânea, que acreditamos ser a lendária Amenti, redefine completamente nossa compreensão sobre o complexo das pirâmides e a civilização que as construiu”, disse Nicole Siccolo em comunicado oficial nas redes sociais.

FONTE: METROPOLES 


Arqueólogos encontram cidade subterrânea sob as pirâmides do Egito

Tecnologias raio-X auxiliaram a identificação do achado

Uma equipe de pesquisadores da Itália e da Escócia descobriram uma cidade subterrânea logo abaixo de uma das Pirâmides de Gizé, no Egito. A investigação conduzida por meio de máquinas de raio-X permitiu a detecção de vibrações e foi realizada pela ligação ao Projeto Quéfren.

As informações, divulgadas no dia 15 de março, revelaram que o local sob o Planalto de Gizé tem cerca de 1,2 km de profundidade. Além disso, imagens tomográficas do Synthetic Aperture Radar (SAR) possibilitaram a reconstrução trimendisional quase completa do achado.

“A descoberta de uma vasta cidade subterrânea, que acreditamos ser a lendária Amenti, redefine completamente nossa compreensão sobre o complexo das pirâmides e a civilização que as construiu”, disse Nicole Siccolo, porta-voz do Projeto Quéfren, em comunicado oficial nas redes sociais.

O artigo ainda não foi completamente revisado para ser aceito pela comunidade científica, mas representa um grande passo para a compreensão das antigas civilizações, suas construções e modos de vida.

FONTE: PLANETA

Cidade subterrânea construída a 648 metros das Pirâmides de Gizé teria passagem para o ‘submundo’


De acordo com os pesquisadores, oito estruturas cilíndricas que corresponderiam a pilares foram encontradas a 648 metros de profundidade sob as pirâmides


Em artigo disponível para pré-publicação e ainda não avaliado em revisão por pares, pesquisadores italianos afirmam ter identificado, a partir de tecnologia de sensoriamento por radar, uma "cidade subterrânea" sob as Pirâmides de Gizé, a maior e mais antiga estrutura da Necrópole de Gizé, construída como túmulo para o faraó Quéops, que reinou durante a Quarta Dinastia Egípcia [entre 2.560 a.C. e 2.494 a.C.]. 

A "vasta cidade subterrânea", como é descrita pelos pesquisadores, teria aproximadamente 1.200 metros, isto é, seria até 10 vezes maior do que as próprias pirâmides, cuja base mede cerca de 230 metros. 


O estudo, que não foi recebido sem contradições entre a comunidade especialista, afirma ter usado pulsos de Radar de Abertura Sintética (SAR) para criar imagens de alta resolução do solo sob as estruturas.

De acordo com os pesquisadores, foram descobertas pelo menos oito construções em formato cilíndrico sob as bases das pirâmides, que se estendiam por 648 metros abaixo do solo e formariam duas estruturas cúbicas, com aproximadamente 80 metros de lado cada uma. 

Os cilindros poderiam corresponder a pilares, e, integrados a eles, os poços cilíndricos pareciam ser acessados por uma espécie de "escada" em espiral, a dar para duas câmaras extensas, também em formato cúbico, afirmam os pesquisadores.

As estruturas estariam ligadas, ainda, por "passagens de acesso" construídas como câmaras subterrâneas para o trânsito, e os pesquisadores sugerem que um desses espaços pode estar ligado às Salas de Amenti, que, na mitologia egípcia, representavam o portal para submundo


Amenti, também chamado de Querneter, que significa "Terra Fantasma" ou "Terra dos Deuses", era formada por 15 portões, que se devia avançar a fim de alcançar o rei de Osíris, conhecido como deus dos mortos, do julgamento e do além. 

De acordo com Nicole Ciccolo, porta-voz do projeto de exploração iniciado há alguns anos, os radares foram posicionados a cerca de 680 km de altura para criar as imagens reconstruídas do subsolo de Gizé. 

Críticas ao trabalho sugerem, no entanto, que a tecnologia SAR não seria capaz de produzir imagens vindas de tão fundo no solo, e apontam que a descrição da descoberta como uma "grande cidade subterrânea" pode não passar de exagero.


É o que diz, por exemplo, o arqueólogo Lawrence Conyers, professor e especialista em radares da Universidade de Denver, ao jornal britânico Daily Mail. Para Conyers, pode até haver pequenas estruturas sob as pirâmides, que correspondem a câmaras e corredores já existentes ali, inclusive, antes da construção das pirâmides, porque eram especiais para os egípcios antigos: "Os maias e outros povos antigos da América Central frequentemente construíam pirâmides antigas em cima de passagens de cavernas ou cavernas cerimoniais com significado para eles", afirma o professor.

Mas essas estruturas não corresponderiam a uma vasta cidade, nem a grandes corredores como os sugeridos pelos pesquisadores.

O trabalho deve prosseguir, agora, para estudos mais aprofundados da estrutura subterrânea indicada pelo SAR, que devem encontrar alguns entraves de autorização por parte do Departamento de Antiguidades do governo egípcio, dada a historicidade do patrimônio das pirâmides. 

FONTE: FORUM


Cientistas descobrem cidade subterrânea debaixo das Pirâmides de Gizé

Cientistas descobrem uma cidade subterrânea sob as Pirâmides de Gizé, revelando novas informações sobre a civilização egípcia antiga

Um dos maiores mistérios da humanidade é sobre a construção das Pirâmides do Egito e o destino de Cleópatra, mulher que fez história no Egito Antigo. Porém, alguns cientistas podem estar próximos de resolver este quebra-cabeça.

Uma equipe de pesquisadores da Itália e da Escócia revelou uma descoberta impressionante no Egito: uma cidade subterrânea localizada sob as Pirâmides de Gizé. O achado foi feito por meio de um estudo inovador utilizando tecnologia de raio-X e radares de alta precisão, que permitiram a detecção de vibrações milimétricas.

O Projeto Quéfren, que investiga a segunda maior pirâmide do Planalto de Gizé, divulgou no último dia 15 de março suas descobertas sobre a complexa rede subterrânea. Segundo os pesquisadores, a cidade oculta se estende por aproximadamente dois quilômetros abaixo da superfície, atingindo uma profundidade de 1,2 km.

Utilizando imagens tomográficas capturadas pelo Synthetic Aperture Radar (SAR), os cientistas reconstruíram um modelo tridimensional do interior da Pirâmide de Quéfren. Durante a análise, foram identificadas cinco estruturas subterrâneas interligadas por corredores simétricos. No interior dessas estruturas, há cinco níveis horizontais e um teto inclinado, evidênciando um planejamento arquitetônico avançado.

Abaixo desse complexo, os pesquisadores encontraram oito formações cilíndricas que aparentam ser poços verticais, ocos por dentro e rodeados por caminhos espirais descendentes. Essas formações estendem-se a uma profundidade de 648 metros e convergem para duas grandes estruturas cúbbicas de aproximadamente 80 metros de largura cada.

Uma descoberta que pode reescrever a história

A pesquisa conduzida por Corrado Malanga, da Universidade de Pisa, e Filippo Biondi, da Universidade de Strathclyde, ainda está em processo de revisão por pares. No entanto, os resultados já geram grande repercussão na comunidade arqueológica.

Para Nicole Siccolo, porta-voz do Projeto Quéfren, trata-se de uma das mais significativas descobertas arqueológicas da história moderna. "O estudo nos permitiu mapear uma vasta rede subterrânea, com corredores, salas e estruturas gigantescas que rivalizam em tamanho com as próprias pirâmides."

A pesquisadora também destaca que a cidade subterrânea pode estar relacionada à lendária Amenti, uma região mítica do Antigo Egito. "Se confirmada, essa descoberta pode redefinir completamente nossa compreensão sobre a civilização que construiu as pirâmides", concluiu Siccolo em comunicado oficial.

A descoberta abre novas possibilidades para o estudo das Pirâmides de Gizé e promete trazer à tona mais mistérios sobre a história do Antigo Egito.

FONTE: DOL

As Novas e Incríveis Descobertas em Saqqara: Oficinas de Múmias e Tumbas

 

Lugar dos Edifícios Mais Antigos do Mundo


Saqqara é um dos sítios arqueológicos mais impressionantes do Egito. Não só abriga o complexo de edifícios mais antigo (conhecido) do mundo, como também uma série de segredos.

Pirâmide de Djoser ou Pirâmide de Degraus


Localizada a cerca de 30km ao norte de Cairo, Saqqara “é marcada por pirâmides em ruínas que emergem da areia como dentes de dragão”, segundo a Smithsonian Magazine. Mas uma está acima das demais: a Pirâmide de Djoser.

Crédito da foto: Wiki Commons Por Charles J. Sharp - Trabalho próprio, CC BY-SA 3.0

Saqqara é o Sonho dos Arqueólogos


Novas descobertas arqueológicas são constantemente feitas em Saqqara, o que aumenta o nosso conhecimento da antiga sociedade egípcia.

Uma Recente Descoberta Reveladora em Saqqara


Uma das mais importantes ocorreu em  2023, quando os arqueólogos encontraram duas oficinas de mumificação, bem como duas tumbas com uma série de artefatos antigos.

Comentários do Secretário-Geral


“Hoje, anunciamos a descoberta das duas maiores oficinas de mumificação para humanos e animais na Necrópole de Saqqara”, explicou Mostafa Waziri, de acordo com a CNN.

Detalhes das Oficinas


As oficinas incluem os leitos de pedra onde os corpos mumificados foram lavados, bem como várias ferramentas para o processo de embalsamento.

Vasos de Armazenar Órgãos


Também havia vasos canópicos que eram usados para armazenar os órgãos de uma múmia.

Camas na Oficina dos Animais


Na oficina dos animais foram descobertos vasos de barro, bem como cinco camas de pedra, diferentes das encontradas na oficina humana, razão pela qual os arqueólogos passaram a acreditar que se destinavam à mumificação de animais.

Parte do Egito Ptolomaico


Os arqueólogos acreditam que as oficinas são da 30.ª dinastia do Egito, entre 380 aC e 30 aC. Durante este tempo, o Egito foi governado pelos faraós gregos macedônios da dinastia ptolomaica.

Animais Eram Associados a Divindades


Segundo a WordsSideKick.com, animais como gatos, cães e até pássaros estavam associados a divindades egípcias e eram frequentemente sacrificados e mumificados como parte de rituais religiosos e cerimônias funerárias.

Entendendo o Processo de Mumificação


A professora de egiptologia Salima Ikram, da Universidade Americana do Cairo, classificou as descobertas como “muito emocionantes” e disse que elas “nos ajudariam a compreender melhor as diferentes etapas do processo de mumificação, os materiais e as ferramentas utilizadas”.

A Outra Descoberta Impressionante


Em Saqqara, 2023 também viu arqueólogos desenterrarem duas tumbas antigas, cada uma com sua própria história.

“Diretor dos Escribas”


Uma tumba datava de mais de 4.400 anos e pertencia a um homem que possuía vários títulos, incluindo “diretor dos escribas”, de acordo com o Ministério egípcio de Turismo e Antiguidades.

O Túmulo de Ne Hesut Ba


Ne Hesut Ba era seu nome, segundo a CNN. Ele era sacerdote da deusa egípcia Maat e o oficial que supervisionava a escavação de canais para irrigação. 

O Túmulo de Men Kheber Ra


A segunda tumba tem 3.400 anos e foi construída para um sacerdote Qadish chamado Men Kheber Ra. 

Saqqara Ainda Tem Mais Segredos


“Garanto que o Egito, especialmente o sítio arqueológico de Saqqara, ainda não revelou todos os seus segredos e há muitos mais por vir”, disse, no momento da descoberta, o ministro egípcio do Turismo e Antiguidades, Ahmed Issa, em entrevista coletiva.

Tumba Descoberta em Janeiro de 2024


E, de fato, em janeiro de 2024, foi descoberta, por arqueólogos egípcios e japoneses, na Necrópole de Saqqara, uma luxuosa tumba de 4.000 anos, entre outras coisas.

Uma Nova Descoberta em Saqqara


Entre os impressionantes artefatos encontrados nela estavam estátuas de terracota, representando a deusa egípcia Ísis, e uma máscara facial de cores vibrantes, de acordo com Arkeonews.

Crédito da foto: Instagram @ministry_tourism_antiquities

Comentários de Nozomu Kawai


Nozomu Kawai, líder da equipe japonesa,  disse que a descoberta forneceria “insights inestimáveis sobre a história desta região” e acrescentou: “Esperamos descobrir mais segredos do sítio arqueológico de Saqqara nas próximas temporadas, enriquecendo ainda mais a nossa compreensão desta área historicamente significativa.”

Crédito da foto: Instagram @ministry_tourism_antiquities

Fonte: MSN

Pesquisadores descobrem que, em seus primeiros anos, pirâmides egípcias brilhavam

Reprodução 

Se hoje, 2015, as pirâmides do Egito chamam atenção por sua beleza e complexidade, quando foram construídas elas eram ainda mais atraentes. Isso porque, por conta de um processo bastante complexo, as pirâmides brilhavam como o Sol. Pesquisadores descobriram que logo que elas foram construídas, há cerca de 4 mil anos, os blocos de pedra eram manualmente — isso mesmo, um por um — polidos de pedra calcária. Esse material, além de proteger o bloco, fazia co que ele refletisse a luz solar. “isso verdadeiramente deve ter adicionado a impressão de Gizé como sendo uma mágica cidade portuária, banhada pela luz solar, ou mesmo que existia uma forma éter na luz celestial”, afirma — bem poeticamente — o arqueólogo Marc Lehner em entreviista ao Smithsonian Channel. No vídeo abaixo (áudio em inglês), produzido pelo Smithsonian, é possível ver todo o complexo processo pelo qual passavam os blocos de pedra usados na construção das pirâmides. Difícil de ser executado nos dias atuais, mostra como o povo egípcio, quatro milênios atrás, era extremamente desenvolvido. Assista:
 

Cientistas desvendam como egípcios transportavam pedras gigantes

Imagem mostra estátua sendo regada: o segredo era só molhar areia (Reprodução)

O modo como os egípcios carregavam pedras gigantescas pelo deserto para construir pirâmides sempre foi um mistério para cientistas. Não é mais. E a técnica usada por eles, apontam especialistas, era a mais simples possível: eles jogavam água na areia.

Pesquisa liderada pela Universidade de Amsterdã, na Holanda, mostra que umedecer a areia diminui a tração pela metade. Assim sendo, os egípcios podiam usar metade do contingente de homens necessários para mover os blocos apenas com essa técnica.

“A saturação de água é acompanhada por uma diminuição da rigidez. Com muita água, o atrito de deslizamento aumenta novamente, o que nos faz detectar que se trata de um equilíbrio delicado. Há uma rigidez ideal da areia que os egípcios souberam calcular em sua época”, explica Daniel Bonn, cientista que conduziu o estudo.

O que mais impressionou Bonn, no entanto, foi o tempo que cientistas atuais demoraram para descobrir isso. Afinal, segundo ele, a resposta estava “na cara de todos”. Isso porque ilustrações encontradas, por exemplo, na tumba de Djehutihotep mostram homens jogando líquidos em frente a estátuas. Esse sinal, por exemplo, sempre foi encarado como “ritual de purificação”, nunca como forma de locomoção.[Fonte: Yahoo]

Descobertas 12 novas esfinges no Egito...


Uma equipe de arqueólogos descobriu 12 novas esfinges (estátuas com corpo de leão e cabeça humana ou de carneiro) na antiga avenida que unia os templos faraônicos de Luxor e Karnak, 600 quilômetros ao sul do Cairo.

Segundo comunicado do Conselho Supremo de Antiguidades, as esculturas datam da época do último rei da 30ª dinastia (343-380 a.C.). A avenida, ladeada por uma dupla fila de esfinges que representavam o deus Amon, tem cerca de 2.700 metros de comprimento e 70 de largura e foi construída por Amenhotep III (1372-1410 a.C.) e restaurada, posteriormente, por Nectanebo I (380-362 a.C.).

Por outro lado, os arqueólogos descobriram também um novo caminho que une essa avenida com o rio Nilo. A nota explica que, até o momento, só foram desenterrados 20 metros dos 600 que compõem o novo caminho, e que as escavações continuam para descobrir o resto do trajeto, construído com pedra de arenito - sinal da importância que tinha em seu tempo, esclarece o comunicado.

O secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades, Zahi Hawas, afirmou que o caminho achado era usado para transferir em procissão a imagem do deus Amon em sua viagem anual ao templo de Luxor, onde se encontrava com a imagem de sua mulher, Mut.

Além disso, a via era utilizada pelo rei quando participava de cerimônias religiosas, de acordo com Hawas.[Fonte: Estadão]

Carbono 14 permite elaborar cronologia precisa do Egito antigo

Gravações em papiros ajudaram cientistas a determinar com exatidão datas do Antigo Egito


Uma data confirmada por carbono 14 permitiu estabelecer, pela primeira vez, a cronologia precisa do Egito dos faraós e ratificou várias estimativas anteriores, gerando algumas revisões históricas, destacou estudo publicado na revista científica Science.

Embora algumas cronologias prévias fossem relativamente exatas, era difícil determinar datas precisas para certos eventos do Egito antigo.

A localização cronológica de diferentes dinastias feitas com base em estudos de documentos epigráficos, históricos e arqueológicos tornava ainda mais difícil estabelecer datas, já que em cada novo reinado se voltava a começar do zero.

O carbono 14 permitiu situar cronologicamente com exatidão o Império Antigo, que mostrou ser mais velho que as estimativas de datas realizadas até o presente.

Esta cronologia científica revela também que o reino de Dyeser começou entre 2691 e 2525 antes de Cristo, quando as datações precedentes o situavam no ano 2630 antes de Cristo.

O Império Novo começou entre 1570 e 1544 aC. Até agora se pensava que havia começado ao redor de 1500 aC.

Para fazer a datação com carbono 14, os pesquisadores recolheram em museus da Europa e da América 211 amostras de arte egípcia, sementes, cestaria, têxteis, plantas e frutas.

"Pela primeira vez o carbono 14 é suficientemente preciso para estabelecer uma cronologia absoluta", disse Bronk Ramsey, da Universidade de Oxford, Reino Unido, principal autor deste trabalho divulgado na revista Science de 18 de junho.

"Acho que os egiptólogos celebrarão ao saber que com uma pequena equipe de pesquisa independente corroboramos um século de pesquisas em apenas três anos de trabalho", destacou em um comunicado.

Participaram do estudo cientistas de França, Áustria e Israel. [Fonte: UOL]

Minha Despedida:

CARTA ABERTA: Venho por meio desta externar meu profundo agradecimento pela oportunidade a mim concedida de lecionar por mais de 10 anos na FGG para o curso de Pedagogia e por um determinado período no curso de Psicologia, e por poder colaborar com a ACE em reuniões, eventos e formaturas sempre que solicitado. Nesse tempo lecionei as disciplinas de Filosofia da Educação, História da Educação, Projetos Educacionais, Políticas Públicas, Formação Continuada dos Docentes, Gestão Escolar, Educação e Novas Tecnologias, Educação de Jovens e Adultos, Antropologia, Sociologia da Educação e Empreendedorismo. Reconheço que mais aprendi que ensinei. Também estendo meus agradecimentos sinceros especialmente para algumas pessoas, dentre elas destacam-se: Professora Cheila, ex-coordenadora do curso de Pedagogia, gestora competente e ética, a qual me deu a oportunidade de compor sua equipe de trabalho; Professor Petry, ex-diretor da faculdade e excelente professor de sociologia; Professor Júlio, gestor por excelência do curso de Psicologia; Agradeço a ex-secretária Jovita e a Secretária Sandra, sempre muito prestativas e educadas. Também agradeço a professora empreendedora Marília, a qual tive o privilégio de ser aluno e mais tarde colega de trabalho; E a amiga Elisabeth, ex-professora da pedagogia, sempre muito comprometida, atualmente colega de trabalho na SDR/GERED. Meu muito obrigado ao Luciano, sempre muito prestativo e excelente funcionário. Também estendo meus agradecimentos a toda equipe administrativa e corpo docente do curso de Pedagogia da FGG. Ao corpo discente desejo muito sucesso enquanto acadêmicos e acadêmicas do curso de Pedagogia, especialmente para aqueles e aquelas que por algum período tive a honra de ter como meus alunos e alunas. A vocês desejo também sucesso profissional, sempre pautado pela ética e pelo comprometimento. Lembrem-se que: “uma visão de futuro sem ação é apenas um sonho; Uma ação sem visão de futuro é apenas um passatempo; Porém, uma visão de futuro com ação planejada pode causar uma revolução pessoal e profissional positiva”. Por isso, digo a todos e a todas, mesmo para aqueles e aquelas que por alguma razão não entenderam minha proposta pedagógica de trabalho: “acredite em você, tenha pensamentos de sucesso, palavras de sucesso, ações de sucesso, hábitos de sucesso e acima de tudo caráter, e certamente o teu destino só poderá ser o sucesso pessoal e profissional”! Mais uma vez muito obrigado por tudo e que Deus nos dê sabedoria e ilumine a todos nós. Cordialmente, Professor Jorge Schemes.