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O que é a “zona das múmias”, que guarda fósseis de dinossauros muito bem preservados

 


Em 1908, no estado americano do Wyoming, o caçador de fósseis Charles H. Sternberg fez uma descoberta. Durante uma escavação, ele desenterrou o esqueleto de um Edmontosaurus, um dinossauro herbívoro de bico achatado, envolto em pele fossilizada. O achado, enviado ao Museu Americano de História Natural, foi considerado na época “não apenas um esqueleto, mas uma múmia genuína de dinossauro”.

Um ano depois, Sternberg e seus filhos voltaram à mesma região e encontraram outro exemplar semelhante, com a mesma característica mumificada. Desta vez, a amostra foi enviada para um museu na Alemanha. 

Desde então, a área ficou conhecida entre os cientistas como um local de preservação incomum. O ponto misterioso recebeu um novo nome: a “zona das múmias” (the mummy zone, em inglês).

Essa faixa de aproximadamente dez quilômetros de largura, localizada no leste de Wyoming, guarda fósseis raríssimos que preservam não apenas ossos, mas também tecidos externos – como pele, cascos e escamas – de criaturas que viveram há mais de 66 milhões de anos, nos últimos momentos do período Cretáceo. São partes do corpo que se decompõem mais rapidamente, e é por isso que encontrá-las nesse estado de preservação é tão especial.

Em 2001, o paleontólogo Paul Sereno, da Universidade de Chicago, levou um grupo de alunos para explorar a zona das múmias. E o que começou como uma simples expedição de campo transformou-se em uma redescoberta histórica graças a dois novos fósseis de Edmontosaurus, apelidados de Ed Jr. e Ed Sr., ambos extremamente detalhados e bem preservados.

Ed Jr. revelou uma crista ao longo do pescoço e das costas, coberta por pequenas escamas semelhantes às de lagartos modernos. Ed Sr., por sua vez, apresentava pele enrugada, cascos nas patas traseiras – em vez de garras – e uma fileira de espinhos ao longo da cauda, uma combinação nunca antes observada em dinossauros desse grupo.

Os fósseis foram preparados no laboratório de Sereno, e as análises detalhadas – incluindo tomografias computadorizadas e exames em microscópios eletrônicos – trouxeram uma surpresa: nenhum traço de matéria orgânica havia sobrevivido. A carne e a pele haviam se decomposto completamente antes da fossilização.

Mas como? O segredo da preservação, segundo um estudo publicado na última quinta (23) na revista Science, está nos microrganismos. 

Após a morte, os corpos desses dinossauros provavelmente secaram sob o sol, até que uma enchente os cobriu com lama e sedimentos. Nesse ambiente, colônias microbianas formaram uma película biológica que cobriu as peles já ressecadas. Isso se transformou em uma camada de argila, moldando cada escama, ruga e casca com precisão microscópica.

Sereno explicou ao jornal The New York Times que o processo funciona da mesma maneira que uma rotina de skincare com argila. "Quando você esfrega argila no rosto, ela penetra em todos os poros", diz Sereno. "Quando você toca nesses fósseis e olha para os dedos, ainda vê vestígios de argila."

O processo costuma ocorrer em ambientes marinhos calmos, não em vales fluviais sujeitos a enchentes sazonais – como era o caso de Wyoming durante o final do Cretáceo, quando a região fazia parte de uma planície costeira banhada por rios e lagoas.

Além dos Edmontosaurus, a área também produziu fósseis de Tyrannosaurus rex e Triceratops com impressões de pele preservadas, sugerindo que a “zona das múmias” pode ter sido um ponto de concentração de cadáveres que, por um conjunto único de condições geológicas e biológicas, escaparam da decomposição total.

Para Sereno, os novos achados permitem reconstruir o Edmontosaurus com uma fidelidade inédita. “Pela primeira vez, acho que conseguimos reproduzir completamente a aparência do Edmontosaurus. Poderíamos colocá-lo em um filme de Hollywood e ele seria cientificamente preciso da cabeça aos pés”, afirmou ao jornal nova-iorquino.

Fonte: MSN

LEIA TAMBÉM: Cientistas Descobrem Vasos Sanguíneos Preservados no Maior Fóssil de T. Rex do Mundo

Fósseis de 75 mil Anos Revelam Vida no Ártico da Era Glacial

 


Fósseis de 75 mil Anos Revelam Vida no Ártico da Era Glacial


Cientistas identificaram restos mortais de 46 espécies de animais que habitaram o Ártico europeu há cerca de 75 mil anos. A descoberta foi feita em uma caverna localizada na costa norte da Noruega e representa o registro mais antigo de uma comunidade animal durante um dos períodos mais quentes da Era Glacial. O estudo foi publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).


A pesquisa foi conduzida por especialistas da Universidade de Oslo, Universidade de Bournemouth, Museu Universitário de Bergen, Universidade Norueguesa de Ciências da Vida e outras instituições. Os cientistas acreditam que os fósseis ajudarão a preencher lacunas importantes sobre como a fauna do Ártico reagia a mudanças climáticas extremas no passado, fornecendo dados valiosos para estratégias de conservação atuais.


Segundo Sam Walker, autor principal do estudo, os achados oferecem um retrato raro de um Ártico desaparecido e ressaltam a vulnerabilidade de espécies adaptadas ao frio frente a alterações climáticas. Ele afirma que essas descobertas podem ajudar a entender a resiliência dessas espécies e os riscos de extinção que enfrentam hoje com o aquecimento acelerado do planeta. Entre os fósseis encontrados estão restos de urso-polar, morsa, baleia-da-Groenlândia, fradinho (ave típica da região), êider-edredão (espécie de pato), lagópode-branco (ave da tundra), bacalhau-do-Atlântico e botos.


Um dos achados mais surpreendentes foi a presença de ossos de lêmures-de-colar, uma espécie extinta que nunca havia sido registrada na Escandinávia. Sanne Boessenkool, coautora do estudo, explicou que há pouquíssimas evidências preservadas com mais de 10 mil anos sobre a vida no Ártico. Por isso, a caverna forneceu um vislumbre único de um ecossistema costeiro que incluía tanto ambientes marinhos quanto terrestres.


A caverna, chamada Arne Qvamgrotta, foi descoberta na década de 1990 durante a construção de um túnel por uma empresa de mineração local. No entanto, permaneceu praticamente intocada até que escavações sistemáticas foram realizadas em 2021 e 2022. A diversidade de espécies encontradas levou os cientistas a concluir que a costa era, naquele tempo, quase totalmente livre de gelo. Isso teria criado um ambiente ideal para animais migratórios, como as renas, cujos restos também foram localizados.


Apesar dessas espécies terem conseguido colonizar a região após o derretimento das geleiras, os pesquisadores acreditam que muitas populações foram extintas ao não conseguirem migrar para novos habitats quando o gelo retornou. Walker destaca que o estudo mostra como espécies adaptadas ao frio têm dificuldade para lidar com grandes variações climáticas, algo que se conecta diretamente aos desafios enfrentados por esses animais hoje, com o aumento global das temperaturas.


Ele alerta que, atualmente, os habitats árticos são muito mais fragmentados do que há 75 mil anos, dificultando ainda mais a adaptação e movimentação das espécies. Boessenkool também reforça que, embora no passado as mudanças tenham sido para um clima mais frio, agora o planeta enfrenta um processo de aquecimento. Como se trata de espécies adaptadas ao frio, o cenário futuro pode ser ainda mais ameaçador para a sobrevivência desses animais.


Fonte: 

https://stories.cnnbrasil.com.br/tecnologia/fosseis-revelam-como-repteis-da-epoca-dos-dinossauros-voavam/


Fóssil Revela 'Dragão' de 240 Milhões de Anos

 

Fóssil revela 'dragão' de 240 milhões de anos© Museus Nacionais da Escócia

Cientistas revelaram os detalhes de um fóssil novo e extraordinariamente completo de um réptil aquático com 5 metros de comprimento do período Triássico.

A criatura remonta a 240 milhões de anos e foi apelidada de "dragão" devido ao seu pescoço extremamente longo.

Dinocephalosaurus orientalis foi originalmente identificado em 2003.

Mas a descoberta de um novo fóssil da espécie permitiu aos cientistas ver toda a anatomia desta fera pré-histórica.

O paleontólogo Nick Fraser, do Museus Nacionais da Escócia, que fez parte da equipe internacional que estudou o fóssil, disse que esta foi a primeira vez que os cientistas conseguiram vê-lo por inteiro.

Ele descreveu o Dinocephalosaurus orientalis como "um animal muito estranho".

"Ele tinha membros parecidos a nadadeiras e pescoço é mais longo que o corpo e a cauda juntos", observa ele.

O pesquisador especulou que um "pescoço longo e flexível", com 32 vértebras separadas, poderia ter proporcionado uma vantagem na caça — e permitiu que o Dinocephalosaurus orientalis procurasse comida em fendas sob a água.

O fóssil foi descoberto em antigos depósitos de calcário no sul da China.

"Esta descoberta apenas aumenta a estranheza do período Triássico", disse Fraser à BBC News.

"E cada vez que olhamos para estes depósitos, encontramos algo novo."

O artigo que descreve um conjunto de novos fósseis do Dinocephalosaurus orientalis foi publicado na revista acadêmica Earth and Environmental Science: Transactions of the Royal Society of Edinburgh. Fonte: BBC/MSN


Descoberta brasileira indica onde dinossauro surgiu na América do Sul

Dois fósseis de dinossauros descobertos por pesquisadores brasileiros indicam que eles surgiram na América do Sul, entre o Rio Grande do Sul e a Argentina.
O maior deles, chamado pelos cientistas de buriolestes schultzi, media 50 centímetros de altura. Um pequeno perigoso, que tinha dentes pontudos e serrilhados como uma faca de cortar carne. Era um predador muito ágil. E os cientistas descobriram uma característica importante do comportamento dele. O nome desse dinossauro, em resumo, significa ladrão. Porque os Buriolestes roubavam a caça uns dos outros.
O segundo fóssil apresentado é de um parente dos dinossauros que tinha o tamanho de um pássaro, como o quero-quero. Ele foi batizado de ixalerpeton polesinensis, em homenagem ao local do achado: a cidade de São João do Polêsine, na região central do Rio Grande do Sul. 
A descoberta da equipe que reuniu nove universidades foi publicada na revista americana “Current Biology”, uma das mais conceituadas da área. E vai ajudar na compreensão de como surgiram esses répteis que chegaram a dominar o mundo. [Fonte: G1]
MAIS:
Um grupo de cientistas brasileiros descobriu, no Rio Grande do Sul, três fósseis que poderão mudar as teorias atuais sobre a origem e evolução dos dinossauros. Os pesquisadores descobriram pela primeira vez, lado a lado, dois esqueletos de dinossauros e um esqueleto de lagerpetídeo - um animal considerado um precursor dos dinossauros.

De acordo com os autores do estudo, publicado neste sábado (12/11) na revista científica Current Biology, a descoberta de que dinossauros e lagerpetídeos chegaram a conviver indica que os grandes lagartos pré-históricos podem ter evoluído de forma mais gradual do que se imaginava.

"Nós sabemos agora, com certeza, que os dinossauros e seus precursores viveram lado a lado e que a ascensão dos dinossauros foi mais gradual do que imaginávamos - e não uma rápida substituição de outros animais que viveram na época", disse um dos autores do estudo, Max Langer, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da Universidade de São Paulo (USP).

O novo lagerpetídeo, Ixalerpeton polesinensis, e os dois dinossauros da espécie Buriolestes schultzi foram encontrados em Santa Maria, uma formação geológica localizada na região de Agudo, no centro do território gaúcho. A formação, com rochas de 230 milhões de anos, é considerada uma das mais antigas do mundo com a presença de fósseis de dinossauros.

Os pequenos dinossauros pesavam aproximadamente sete quilos, tinham cerca de 1,5 metro de comprimento, 50 centímetros de altura e um crânio de apenas 13 centímetros. De acordo com Langer, trata-se do único representante estritamente carnívoro do grupo dos sauropodomorfos, que inclui dinossauros gigantes do Jurássico, como o Diplodocus e o Apatosaurus. O lagerpetídeo, um bípede, é ainda menor, com cerca de 25 centímetros de altura.

Detalhes
Segundo Langer, a descoberta mostra que o Ixalerpeton e os Buriolestes foram contemporâneos durante os primeiros estágios da evolução dos dinossauros. Segundo ele, o novo espécime de lagerpetídeo tinha preservados elementos do crânio, da escápula - um osso do quadril - e de membros anteriores, além de algumas vértebras.

"Evidências de dentes também mostram que os primeiros dinossauros provavelmente se alimentavam de todo tipo de pequenos animais, mas provavelmente não comiam plantas", disse Langer.

Segundo ele, os detalhes revelados pelo estudo dos dois novos exemplares de Buriolestes já ajudaram a preencher lacunas importantes na evolução de algumas das características anatômicas dos dinossauros. Mas Langer e seus colegas ainda continuarão as pesquisas, utilizando tomografia computadorizada para caracterizar e descrever a anatomia dos animais com ainda mais precisão.

Além de Langer, participaram do estudo os paleontólogos Sergio Furtado Cabreira, da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) e Alexander Kellner, do Museu Nacional, vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Os fósseis foram encontrados pelos paleontólogos da Ulbra Sergio Furtado Cabreira e Lúcio Roberto da Silva.[FONTE: em.com.br]

Pegada gigante de dinossauro é encontrada na Mongólia

Pegada gigante de dinossauro foi encontrada na Mongólia (Foto: Okayama University of Science/AFP)


Uma pegada de dinossauro de mais de um metro de extensão, uma das maiores já registrada até agora, foi descoberta no deserto de Gobi por uma equipe de pesquisadores mongóis e japoneses, revelou a Universidade de Ciências de Okayama.
A pegada, deixada por um titanossauro, mede 106 cm de extensão e 77 cm de largura e foi descoberta em agosto, em uma camada geológica formada entre 70 e 90 milhões de anos.
O titanossauro é um dinossauro de pescoço longo, que pode ter medido mais de 30 metros de comprimento e 20 metros de altura, segundo os pesquisadores.
A pegada deixada pelo animal no barro foi moldada naturalmente quando de encheu de areia.
"É uma descoberta muito rara, uma pegada fossilizada e bem conservada, que mede um metro de extensão e tem as marcas das garras", assinala o comunicado da Universidade de Okayama, que trabalha em conjunto com a Academia de Ciências da Mongólia. [Fonte: G1]
Pegada foi deixada por um titanossauro (Foto: Okayama University of Science/AFP)

Fóssil de camelo gigante é encontrado no Canadá


Ilustração mostra camelos do ártico (Julius T. Csotonyi)
Fósseis de um camelo gigante que habitava florestas do Ártico foram encontrados no Canadá. Trinta fragmentos de um osso da perna do animal foram coletados na ilha Ellesmere por pesquisadores do Museu Natural do Canadá (Canadian Museum of Nature) e representam o registro mais ao Norte já encontrado dos camelos primitivos.

Conheça a pesquisa

ONDE FOI DIVULGADA: periódico Nature Communications
QUEM FEZ: Natalia Rybczynski, John C. Gosse, C. Richard Harington, Roy A. Wogelius, Alan J. Hidy e Mike Buckley
INSTITUIÇÃO: Museu Natural do Canadá (Canadian Museum of Nature)
RESULTADO: Os fósseis encontrados pertencem à tíbia de um ancestral dos camelos modernos, de maior porte e que habitava regiões árticas, mais ao norte do que já haviam sido encontrados camelos primitivos.
Segundo o estudo, publicado nesta terça-feira no periódico Nature Communications, os fósseis têm cerca de 3,5 milhões de anos e datam do período Plioceno, que vai de 5 milhões de anos a 1,8 milhão de anos atrás. Outros fósseis encontrados no local indicam que o camelo gigante habitava um ambiente de floresta boreal, durante uma fase de aquecimento do planeta.
"Essa descoberta expande a faixa habitada pelos camelos na América do Norte em cerca de 1.200 quilômetros e indica que a linhagem que deu origem ao camelo moderno pode ter sido originalmente adaptada para a vida nas florestas do Ártico", afirma Natalia Rybczynski, paleontóloga e integrante do grupo de pesquisadores.
Os ossos foram coletados em Fyles Leaf Bed, um depósito de areia na ilha Ellesmere. No mesmo local já haviam sido encontrados fósseis de folhas, madeiras e outros materiais de origem vegetal, mas o camelo é o primeiro mamífero encontrado.
Identificação — Um longo processo foi necessário para determinar a qual animal pertenciam os fósseis encontrados. A pesquisadora Natalia Rybczynski conta que, quando encontrou os fósseis, pensou que se tratava de madeira.
Características físicas dos fragmentos indicavam que eles pertenciam à tíbia de um animal da ordem dos artiodáctilos, mamíferos com cascos e um número par de dedos, que inclui vacas, porcos e camelos. Devido ao seu tamanho, o osso deveria pertencer a um animal de grande porte: ele é 29% maior em comparação à tíbia dos camelos modernos. Naquela época, na América do Norte, os maiores artiodáctilos eram os camelos.
A hipótese foi confirmada com a realização de análises do colágeno (proteína encontrada nos ossos) presente nos fragmentos. Os resultados foram comparados com 37 espécies de mamíferos modernos e com outro fóssil de camelo presente na coleção do Museu Natural do Canadá. A partir disso, os pesquisadores puderam concluir que o fóssil pertence a um camelo que pode ser da mesma linhagem do Paracamelus, antecessor dos camelos modernos.[Fonte: Veja.Abril]
 

Onde o fóssil foi encontrado

Trinta fragmentos de um osso da perna do animal foram coletados na ilha Ellesmere por pesquisadores do Museu Natural do Canadá

Fóssil de camarão de 100 milhões de anos é achado no Brasil


Pesquisadores da Universidade Regional do Cariri (Urca) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) apresentaram nesta quinta-feira (17) o único fóssil de camarão achado no Brasil. A estimativa dos pesquisadores é que o fóssil tenha mais de 100 milhões de anos. Encontrado em maio do ano passado, no distrito de Romualdo, na cidade de Missão Velha, no Cariri cearense, os pesquisadores levaram oito meses de estudos para comprovar que o fóssil era de um camarão pré-histórico. 

O fóssil de camarão trata-se da mais recente descoberta paleontológica do Brasil. Na apresentação, os pesquisadores destacaram que o achado é único exemplar no mundo, encontrado na Bacia Sedimentar do Araripe, entre o Ceará e Pernambuco, e que evidencia que o sertão nordestino na antiguidade era mar. 

"Esse é um momento de grande relevância para a região, que se evidencia mundialmente diante da importância e variedade fossilífera da Bacia Sedimentar do Araripe", disse o pesquisador paleontólogo Antônio Álamo Feitosa Saraiva. Álamo Saraiva, que é pesquisador da Urca e diretor científico do Geo Park Araripe, revelou que a peça vai ficar exposta do Geo Park, que fica na cidade de Crato, a 550 quilômetros de Fortaleza. A exposição é para conhecimento da comunidade acadêmica e da sociedade em geral. 

O fóssil será registrado no periódico Zootaxa, uma publicação neozelandesa especializada em trabalhos que provem a existência de espécies inéditas no mundo. 


Com a descoberta, os pesquisadores informam que há assim evidências que o semi-árido nordestino já foi banhado pelo mar provavelmente na Era Cretácea (entre 140 milhões e 65 milhões de anos). Os estudos da Urca e da UFRJ indicam ainda que a região do Araripe pode ter tido lagoas com alto nível de salinidade na Pré-História. 

"Essa descoberta inédita do fóssil do camarão prova que na Formação Romualdo, em Missão Velha, havia água com algum nível de salinidade. Ali era uma região isolada do mar, que deveria invadi-la esporadicamente", especula Álamo Saraiva. 

Durante a solenidade de apresentação foi prestada uma homenagem ao cientista, professor e pesquisador da UFRJ, Alexander Kellner, que participou da equipe de escavação que encontrou o fóssil raro de camarão.[Fonte: IG]


Reprodução/Geopark Araripe - Fóssil de crustáceo tem mais de 100 milhões de anos e foi descoberto na região de Cariri, no Ceará

    Canadenses descobrem nova espécie de dinossauro



    Um grupo de cientistas do Canadá descobriu uma nova espécie de dinossauro, estes, com chifres. A espécie foi identificada a partir de fósseis que haviam sido coletados no ano de 1958. Conhecido como Xenoceratops foremostensis, media cerca de 6 metros de altura e pesava mais de duas toneladas, os pesquisadores também dizem que o dinossauro era herbívoro e que este representa o mais antigo exemplar com chifres no Canadá.
    "Surgidos há 80 milhões de anos, os dinossauros com chifres da América do Norte passaram por uma explosão evolucionária", afirmou o autor do estudo e curador de paleontologia vertebrada no Museu de História Natural de Cleveland, Dr. Michael Ryan. "Xenoceratops nos mostra que mesmo os mais antigos ceraptors (grupo de grandes dinossauros) tinham chifres gigantes na cabeça e que a ornamentação do crânio só se tornaria mais elaborada com a evolução de novas espécies", afirma.
    O nome dado a espécie, Xenoceratops significa "alien de chifre no rosto", e se refere à incomum distribuição de chifres na cabeça do animal como também a escassez de fósseis desses chifres nos registros de material   encontrado.
    O fóssil está armazenado no Museu Natural de Ottawa, no Canadá. Tal descoberta é a última de uma série de resultados já encontrados pelos pesquisadores Michael Ryan e David Evans como parte do Projeto Dinossauro da região sul de Alberta, que foi desenvolvido para captar mais informações sobre  o conhecimento de répteis pré-históricos, como também estudar sua evolução.
    "A descoberta de espécies antes não conhecidas ressalta a importância de ter acesso a coleções científicas", afirma Kieran Sheperd, coautor do estudo e curador de paleobiologia no Museu Natural do Canadá. "Essas coleções fornecem potencial para muitas novas descobertas", completa. [Fonte: Oficinadanet]

    Fóssil inédito de dinossauro carnívoro é achado no interior de SP


    Pesquisadores brasileiros encontraram no interior de São Paulo um fóssil de mais de 70 milhões de anos que pertence a um dinossauro carnívoro da família dos carcarodontossaurídeos. A peça é considerada a primeira evidência de que répteis deste grupo viveram também no Brasil.
    O fóssil, um pedaço de osso que compõe o crânio, foi achado por pesquisadores das universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Federal de Uberlândia (UFU) em 2009, mas a conclusão da análise foi divulgada recentemente no site da revista científica “Cretaceous Research” e que será publicado na edição impressa até o fim desse ano.
    O fragmento foi encontrado na região da cidade de Alfredo Marcondes, localidade que fica próxima a Presidente Prudente e a 586 km de São Paulo.
    A região está inserida na Bacia Bauru, uma área do território brasileiro com 370 mil km² que abrange parcialmente cinco estados (São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás) e está repleta de sedimentos como fósseis de dinossauros, de mamíferos e outros répteis pré-históricos.
    Imagem mostra o fóssil encontrado por paleontólogos
    brasileiros no interior de São Paulo
    (Foto: Reprodução/Cretaceous Research)

    Simulação mostra onde pedaço de fóssil (em branco) se encaixaria no crânio de exemplar de dinossauro da família dos Carcarodontossauros (Foto: Reprodução/Cretaceous Research)
    'Tiranossauro latino'
    Segundo Lílian Paglarelli Bergqvist, do Laboratório de Macrofósseis da UFRJ e uma das coordenadoras da pesquisa, o fóssil de dinossauro foi encontrado quase que por acidente, já que a investigação científica buscava inicialmente resquícios de mamíferos do período Cretáceo.

    De acordo com Lílian, o pedaço de osso do crânio é a primeira evidência que comprova a existência desta família de dinossauros no Brasil. Anteriormente, apenas dentes foram encontrados em outra região do país, mas não forneciam informações suficientes para comprovar que esses répteis viveram por aqui.

    Mesmo com a descoberta, ainda não é possível determinar qual é a espécie do dinossauro. “Não sabemos a quem atribuir esse fóssil, pode ser até que seja uma nova espécie da família dos carcarodontossaurídeos que era restrita ao Brasil (...). Mas precisamos de mais dados e fósseis que forneçam evidências mais concretas”, disse.
    Os paleontólogos trabalham com a hipótese de que esse animal media entre 12 e 13 metros de altura, é carnívoro, e pode ser comparado ao porte do tiranossauro (Tyrannosaurus rex), dinossauro que está entre os maiores predadores que já pisaram no mundo.
    Além do fóssil de carcarodontossaurídeo, também foram encontrados resquícios de dinossauros saurópodes (herbívoros), cujos resultados da investigação científica deverão ser publicados em breve. O trabalho paleontológico foi coordenado também pelo pesquisador Carlos Roberto Candeiro e pelo geólogo Felipe Simbras. [Fonte: G1]

    Cientistas descobrem novos dados do menor e mais antigo primata




    Cientistas americanos revelaram novas ideias sobre a vida do Purgatorius, mais antigo primata do mundo. De acordo com pesquisadores que analisaram fósseis encontrados atualmente, o pequeno e ágil animal passou grande parte de seu tempo se alimentando de frutas e escalando árvores há 66 milhões de anos.

    Segundo o jornal britânico Daily Mail, os fósseis dos ossos abaixo da cabeça foram os primeiros encontrados. Antes, somente dentes teriam revelado a existência do Purgatorius. "Os ossos do tornozelo mostram que o animal tinha uma mobilidade como os primatas de hoje em dia que vivem em árvores", afirma Stephen Chester, coautor do estudo e paleontologista da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. "Essa mobilidade teria permitido a rotação dos pés em direções diferentes", diz. Além disso, segundo o pesquisador, os resultados também mostram que os primeiros primatas não tinham tornozelos alongados como os vistos em primatas de hoje em dia.

    Após analisar o material, a equipe acredita que os ossos do tornozelo especializados do Purgatorius têm um importante papel no sucesso da evolução dos primatas. "Os novos fósseis sustentam a ideia de que os primeiros 10 milhões de anos da evolução primata aconteceram no contexto de um período intenso de diversificação similar em plantas, incluindo a habilidade de escalar galhos e colecionar frutas no início", afirmou Jonathan Bloch, do Museu de História Natural da Flórida.

    O Purgatorius viveu durante o período Paleolítico, pouco depois da extinção dos dinossauros, quando começou a dominação dos mamíferos, era que vivemos atualmente. Acredita-se que este mamífero era de coloração marrom e de tamanho pequeno, além de ter uma cauda com bastante pelos, semelhante a um esquilo. Pesaria cerca de 360 gramas, sendo, neste caso, do tamanho dos lêmures de Madagascar. [TERRA]

    Fósseis de 2 milhões de anos poderiam ser de novos ancestrais humanos



    Para alguns cientistas, o Homo erectus seria um dos principais ancestrais dos humanos modernos — mas, se depender da descoberta de Meave Leakey e sua equipe de paleontólogos, novas espécies também poderiam entrar na lista de nossos antepassados.
    Tal afirmação tem como base os fósseis encontrados por Leakey em uma escavação no Quênia. Os ossos faciais descobertos possuem cerca de dois milhões de anos e poderiam confirmar a teoria de que existiram espécies pré-humanas que também tiveram influência na evolução dos homens modernos.
    Pelos estudos realizados até agora, Leakey e sua equipe afirmam que os ossos provariam que as novas espécies e o Homo erectus compartilhavam um ancestral comum — eles seriam, em outras palavras, “primos muito distantes”.
    No entanto, tal teoria não estaria sendo bem aceita por todos os cientistas. Para alguns, as conclusões seriam precipitadas e baseadas em poucas evidências. Em contrapartida, Leakey afirma que as características dos fósseis — que indicam rostos planos e dentes grandes, por exemplo — apontariam claramente que não se trata do Homo erectus e sim de novos ancestrais.[Fonte: Tecnomundo]

    Forte chuva revela 'cemitério' pré-histórico de mamutes


    Arqueólogos dizem ter descoberto um cemitério de mamutes na Sérvia, que contém os restos mortais de pelo menos cinco dos animais pré-históricos.
    Os ossos foram encontrados em uma mina de carvão em Kostolac, a leste de Belgrado, após uma forte chuva.
    O diretor do Parque arqueológico Viminacium, Miomir Korac, diz que há milhões de fragmentos de mamute no mundo, normalmente encontrados em locais de construção, mas é raro que eles estejam tão acessíveis. Segundo ele, a nova descoberta pode revelar segredos que nunca foram decifrados antes.
    Cemitério de mamutes
    Em 2009, um esqueleto em ótimas condições foi encontrado na mesma região.
    Vika, como a fêmea de mamute foi batizada, pode ter até um milhão de anos e pertencia a uma espécie sem pelo.
    Os ossos que acabam de ser descobertos na mina de carvão provavelmente pertencem a um mamute peludo, que teria desaparecido do planeta há cerca de 10 mil anos.
    A especialista em mamutes do Museu de História Natural, Sanja Alaburic, diz que a descoberta é interessante devido ao grande número de ossos encontrados em um mesmo local. de acordo com ela, mais restos devem aparecer quando a escavação avançar.
    Túmulos da era romana também foram encontrados durante a exploração do cemitério de mamutes.
    Os arqueólogos sérvios disseram ter contactado especialistas na França e na Alemanha sobre as descobertas, mas ainda serão necessários muitos meses de trabalho até que todos os ossos sejam revelados.

    Fóssil de maior dinossauro com penas é descoberto na China


    Foi anunciada nesta quarta-feira a descoberta do maior dinossauro com penas já encontrado, uma espécie prima do tiranossauro e que pode pesar mais de uma tonelada e chegar a nove metros de comprimento.
    Os três esqueletos - um exemplar adulto e dois filhotes -, foram encontrados na província de Liaoning, na China. Os animais viveram durante o período Cretáceo Inferior, informou a revista "Nature".
    Os cientistas chineses e canadenses que descobriram os fósseis batizaram a espécie de "Yutyrannus huali" ("belo tirano com penas"), numa mistura de latim e mandarim.
    Os paleontólogos tinham conhecimento há mais de uma década que alguns pequenos dinossauros tiveram plumas semelhantes às dos pássaros, graças às descobertas de vários fósseis nesta região chinesa. Mas o achado anunciado hoje mostra que existiu pelo menos uma grande espécie que também tinha penas.
    Enquanto os dois filhotes deveriam pesar cerca de meia tonelada, o exemplar adulto teria alcançado 1.400 quilos e nove metros de comprimento, dimensões que o transformam no maior animal com penas que já existiu.
    Seu tamanho era consideravelmente menor do que seu primo Tiranossauro Rex, mas quarenta vezes maior do que as espécies com penas anteriormente descobertas.
    Engana-se, porém, quem pensa que as penas do "Yutyrannus" eram belas como as de alguns pássaros atuais. Sua plumagem "eram simples filamentos e se pareciam a de um pintinho", explicou Xu Xing, principal autor do artigo e pesquisador do Instituto de Paleontologia e Paleoantropologia de Vertebrados de Pequim.
    Os cientistas acreditam que as plumas tinham uma função isolante, já que sua escassez e o grande tamanho do dinossauro descartam totalmente que a espécie pudesse voar.
    Ao contrário de seu parente, o tiranossauro, que viveu numa época quente, o "Yutyrannus" habitou a Terra em meados do Cretáceo Inferior, um período que se estendeu de 145 milhões de anos a 98 milhões de anos atrás, e no qual as temperaturas caíram. Por isso suas penas devem ter servido para proteção contra o frio.
    A descoberta, afirmou o autor do estudo, pode ser uma prova de que "as penas estavam muito mais disseminadas do que os cientistas pensavam até poucos anos, pelo menos entre os dinossauros carnívoros".[Fonte: Terra]

    Fósseis encontrados na China podem ser de espécie humana desconhecida

    Foto: TVi24

    A publicação de um estudo na última quarta-feira (14/03/2012) indicou que fósseis de pelo menos três indivíduos encontrados em uma caverna chinesa, datados da Idade da Pedra, seriam de uma espécie humana ainda desconhecida.
    Os paleoantropólogos que realizaram a pesquisa, coordenados pelos professores Darren Curnoe, da Universidade de Nova Gales do Sul (UNSW), em Sidney, Austrália, e Ji Xueping, do Instituto de Arqueologia de Yunnan (sul da China), afirmaram à revista científica americana "PLoS One" que os fósseis apresentam traços anatômicos bastante diferentes, misturando características modernas e arcaicas.
    Ainda assim, a respeito da classificação desses indivíduos, os cientistas procederam com cautela diante das peculiaridades de sua anatomia. "Estes novos fósseis poderiam ser de uma espécie até agora desconhecida, uma que sobreviveu até o final da Era do Gelo há cerca de 11 mil anos", afirmou o pesquisador Darren Curnoe.
    "Também poderiam descender das tribos de humanos modernos desconhecidos até agora, que emigraram da África muito antes e que não contribuíram geneticamente a populações modernas", completou.
    A descoberta dos fósseis dos indivíduos ocorreu em 1989 em Maludong, ou Cova do Cervo Vermelho, na província de Yunnan, na China, mas só começaram a ser analisados a partir de 2008.
    "Este descobrimento abre um novo capítulo na história da evolução humana -- o capítulo da Ásia -- e é uma história que apenas começa a ser contada", disse Curnoe.[Fonte: Administradores.com]

     Cientistas afirmam que fósseis apresentam traços anatômicos bastante diferentes, misturando características modernas e arcaicas (Foto: Divulgação/PLoS One)




    Paleontólogos descobrem primata que viveu há 20 milhões de anos


    Pesquisadores apresentam mandíbula descoberta na África - Foto: AFPP

    Paleontólogos do Museu de História Natural e do College de France apresentaram nesta segunda-feira em Paris fósseis de um primata que viveu há 20 milhões de anos. Segundo os pesquisadores, os restos do animal foram encontrados em Uganda.
    Os cientistas Brigitte Senut e Martin Pickford afirmam que o animal certamente vivia em árvores. Ele seria um "primo" distante da Hominidae (família que inclui o ser humano e o chimpanzé, por exemplo).
    O fóssil foi descoberto em 18 de julho no monte Napak. Os cientistas vasculhavam os restos de um vulcão extinto quando descobriram os fósseis. [Fonte: Terra]

    Minha Despedida:

    CARTA ABERTA: Venho por meio desta externar meu profundo agradecimento pela oportunidade a mim concedida de lecionar por mais de 10 anos na FGG para o curso de Pedagogia e por um determinado período no curso de Psicologia, e por poder colaborar com a ACE em reuniões, eventos e formaturas sempre que solicitado. Nesse tempo lecionei as disciplinas de Filosofia da Educação, História da Educação, Projetos Educacionais, Políticas Públicas, Formação Continuada dos Docentes, Gestão Escolar, Educação e Novas Tecnologias, Educação de Jovens e Adultos, Antropologia, Sociologia da Educação e Empreendedorismo. Reconheço que mais aprendi que ensinei. Também estendo meus agradecimentos sinceros especialmente para algumas pessoas, dentre elas destacam-se: Professora Cheila, ex-coordenadora do curso de Pedagogia, gestora competente e ética, a qual me deu a oportunidade de compor sua equipe de trabalho; Professor Petry, ex-diretor da faculdade e excelente professor de sociologia; Professor Júlio, gestor por excelência do curso de Psicologia; Agradeço a ex-secretária Jovita e a Secretária Sandra, sempre muito prestativas e educadas. Também agradeço a professora empreendedora Marília, a qual tive o privilégio de ser aluno e mais tarde colega de trabalho; E a amiga Elisabeth, ex-professora da pedagogia, sempre muito comprometida, atualmente colega de trabalho na SDR/GERED. Meu muito obrigado ao Luciano, sempre muito prestativo e excelente funcionário. Também estendo meus agradecimentos a toda equipe administrativa e corpo docente do curso de Pedagogia da FGG. Ao corpo discente desejo muito sucesso enquanto acadêmicos e acadêmicas do curso de Pedagogia, especialmente para aqueles e aquelas que por algum período tive a honra de ter como meus alunos e alunas. A vocês desejo também sucesso profissional, sempre pautado pela ética e pelo comprometimento. Lembrem-se que: “uma visão de futuro sem ação é apenas um sonho; Uma ação sem visão de futuro é apenas um passatempo; Porém, uma visão de futuro com ação planejada pode causar uma revolução pessoal e profissional positiva”. Por isso, digo a todos e a todas, mesmo para aqueles e aquelas que por alguma razão não entenderam minha proposta pedagógica de trabalho: “acredite em você, tenha pensamentos de sucesso, palavras de sucesso, ações de sucesso, hábitos de sucesso e acima de tudo caráter, e certamente o teu destino só poderá ser o sucesso pessoal e profissional”! Mais uma vez muito obrigado por tudo e que Deus nos dê sabedoria e ilumine a todos nós. Cordialmente, Professor Jorge Schemes.