Fonte:Yahoo.
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O principal objetivo deste blog é oferecer informações e notícias relacionadas com a Antropologia Biológica e Cultural e a Arqueologia.
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Os humanos são criaturas sociais, mas pouco se sabe sobre quando, como e por que diferentes populações se conectaram no passado. Responder a essas perguntas é crucial para interpretar a diversidade biológica e cultural que vemos nas populações humanas hoje. O DNA é uma ferramenta poderosa para estudar as interações genéticas entre as populações, mas não pode abordar nenhuma troca cultural dentro dessas reuniões antigas.
Contas de casca de ovo de avestruz são artefatos ideais para entender as relações sociais antigas. Eles são os mais antigos ornamentos totalmente manufaturados do mundo, o que significa que, em vez de confiar no tamanho ou forma natural de um item, os humanos transformaram completamente as conchas para produzir contas. Essa extensa modelagem cria amplas oportunidades para variações de estilo. Como diferentes culturas produziram contas de estilos diferentes, os acessórios pré-históricos fornecem aos pesquisadores uma maneira de rastrear conexões culturais.
“É como seguir uma trilha de migalhas de pão”, disse Miller, principal autora do estudo. “As contas são pistas, espalhadas no tempo e no espaço, apenas esperando para serem notadas.”
Para procurar sinais de conectividade da população, Miller e Wang reuniram o maior banco de dados de contas de casca de ovo de avestruz já feito. Ele inclui dados de mais de 1.500 contas individuais descobertas em 31 locais no sul e no leste da África, abrangendo os últimos 50 mil anos. A coleta desses dados foi um processo lento e meticuloso que levou mais de uma década.
Mudanças climáticas e redes sociais na Idade da Pedra
Ao compararem as características do grânulo das contas, como diâmetro total, diâmetro da abertura e espessura da casca, Miller e Wang descobriram que entre 50 mil e 33 mil anos atrás, as pessoas no leste e no sul da África usavam grânulos de contas quase idênticos. A descoberta sugere uma rede social de longa distância que abrange mais de 3 mil quilômetros, uma vez que conectou pessoas nas duas regiões.
“O resultado é surpreendente, mas o padrão é claro”, disse Wang, coautora do estudo. “Ao longo dos 50 mil anos que examinamos, esse é o único período de tempo em que as características das contas são as mesmas.”
Essa conexão leste-sul em 50 mil-33 mil anos atrás é a rede social mais antiga já identificada e coincide com um período particularmente úmido na África oriental. No entanto, os sinais da rede regional desaparecem 33 mil anos atrás, provavelmente por causa de uma grande mudança no clima global. Quase ao mesmo tempo que a rede social se desintegrou, o leste da África experimentou uma redução dramática nas precipitações, conforme o cinturão de chuva tropical se deslocou para o sul. Isso aumentou a chuva na grande área que conecta a África oriental e meridional (a bacia hidrográfica do rio Zambeze), inundando periodicamente as margens dos rios e talvez criando uma barreira geográfica que interrompeu as redes sociais regionais.
“Por meio dessa combinação de elementos paleoambientais, modelos climáticos e dados arqueológicos, podemos ver a conexão entre as mudanças climáticas e o comportamento cultural”, disse Wang.
Tecendo uma história com miçangas
Juntos, os resultados deste trabalho documentam uma história de 50 mil anos sobre as conexões humanas e as dramáticas mudanças climáticas que separaram as pessoas. Os dados ainda fornecem uma nova visão sobre as estratégias sociais variáveis entre o leste e o sul da África, documentando diferentes trajetórias de uso do grânulo ao longo do tempo. Essas respostas regionais destacam a flexibilidade do comportamento humano e mostram que há mais de um caminho para o sucesso de nossa espécie.
“Essas minúsculas contas têm o poder de revelar grandes histórias sobre nosso passado”, disse Miller. “Encorajamos outros pesquisadores a construir sobre este banco de dados e continuar explorando evidências de conexão cultural em novas regiões.”
Fonte: Planeta
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
“É uma história muito complexa, com muitos momentos em que a populações substituem outras, imigração em uma escala dramática e em um momento no qual o clima estava mudando de maneira radical.”
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
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As motivações iniciais para a atração da imigração europeia a fim de povoar áreas remotas e vazias do território brasileiro (alemães e italianos no sul do país) foi feita com diversas intenções: a primeira delas era a substituição da mão de obra escrava pela mão de obra colonial ou mesmo assalariada para que o setor produtivo, particularmente o café, não viesse a ser prejudicado. A isto se somou a doutrina racista do branqueamento da população, constituída em sua maioria de mestiços.
A formação de uma classe média dotada de tecnologia de pequena escala, na forma de artesãos, profissionais mestres (ferreiros, carpinteiros, marceneiros, moveleiros, moleiros, construtores etc.).
Nos começos, era o próprio imigrante quem assumia os gastos do translado para o Brasil, mas, desde 1882, em vista da crescente concorrência com a Argentina é que foi adotada a imigração subvencionada pelo governo.
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| (*) HOMENS LIVRES NA ORDEM ESCRAVOCRATA |
Tese de 1964, foi um ensaio inovador da historiadora Maria Sylvia Carvalho Franco. Tendo por base a exploração cafeeira do Vale do Paraíba, procurou deslocar a atenção à historiografia nacional do enfoque do sistema "latifúndio-monocultura-escravidão" para aquela miuçalha de gente mestiça ou branca pobre, mas laboriosa que vivia nas bordas das propriedades e vilarejos. O que gerou "uma formação sui generis de homens livres e expropriados, que não foram integrados à produção mercantil - destituído de propriedade dos meios de produção, mas não de sua posse" (pag. 14). Era composta por "sitiantes, vendeiros, tropeiros e diversas outras categorias de homens livres, que não tinham a propriedade da terra, mas o direito de uso, e que ocupassem o espaço para suprir as necessidades da vizinhança com alimentos, animais para transporte, etc.".
Esta preocupação teve seguimento com os trabalhos de Jorge Caldeira em seu intento em enfocar a atenção nos "empreendedores" que desde os tempos colônias começam a formar o mercado interno e a expandir a economia brasileira para outras direções (ver A Nação Mercantilista e História do Brasil com empreendedores).
Caldeira inclina-se pela ênfase naqueles homens livres com iniciativa que são colocados no "centro da história do Brasil colonial, focando naquele que abandona a tradição e sociedade nativa e busca o enriquecimento. Essa figura, ligada à produção independente e à pequena propriedade, produziu uma economia dinâmica, que crescia em taxas mais elevadas que a da Metrópole - mesmo tendo de lutar contra a ação do governo. Resultado: a economia brasileira, em 1800, era maior que a de Portugal".
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| ETNOLOGIA |
| • Culturas e línguas indígenas do Brasil - 1957 |
| • Arte plumária dos índios Kaapo - 1957 |
| • A política indigenista brasileira - 1962 |
| • Os índios e a civilização - 1970 |
| • Uira sai, à procura de Deus - 1974 |
| • Configurações histórico-culturais dos povos americanos - 1975 |
| • Suma etnológica brasileira - 1986 (colaboração; três volumes). |
| • Diários índios - os urubus-kaapor - 1996, Companhia das Letras |
| ANTROPOLOGIA |
| • O processo civilizatório - etapas da evolução sócio-cultural - 1968 |
| • As Américas e a civilização - processo de formação e causas do desenvolvimento cultural desigual dos povos americanos - 1970 |
| • Os índios e a civilização - a integração das populações indígenas no Brasil moderno - 1970 |
| • Os brasileiros - teoria do Brasil - 1972 |
| • The culture - historical configurations of the American people - 1970 (edição brasileira em 1975). |
| • O dilema da América Latina - estruturas do poder e forças insurgentes - 1978 |
| • O povo brasileiro - a formação e o sentido do Brasil - 1995. |
| ROMANCES |
| • Maíra - 1976 |
| • O mulo - 1981 |
| • Utopia selvagem - 1982 |
| • Migo - 1988 |
| ENSAIOS |
| • Kadiwéu - ensaios etnológicos sobre o saber, o azar e a beleza - 1950 |
| • Configurações histórico-culturais dos povos americanos - 1975 |
| • Sobre o óbvio - ensaios insólitos - 1979 |
| • Aos trancos e barrancos - como o Brasil deu no que deu - 1985 |
| • América Latina: a pátria grande - 1986 |
| • Testemunho - 1990 |
| • A fundação do Brasil - 1500/1700 - 1992 (colaboração) |
| • O Brasil como problema - 1995 |
| • Noções de coisas - 1995 |
| EDUCAÇÃO |
| • Plano orientador da Universidade de Brasília - 1962 |
| • A universidade necessária - 1969 |
| • Propuestas - acerca da la renovación - 1970 |
| • Université des Sciences Humaines d'Alger - 1972 |
| • La universidad peruana - 1974 |
| • UnB - invenção e descaminho - 1978 |
| • Nossa escola é uma calamidade - 1984 |
| • Universidade do terceiro milênio - plano orientador da Universidade Estadual do Norte Fluminense - 1993 |
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!