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Fóssil de camarão de 100 milhões de anos é achado no Brasil


Pesquisadores da Universidade Regional do Cariri (Urca) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) apresentaram nesta quinta-feira (17) o único fóssil de camarão achado no Brasil. A estimativa dos pesquisadores é que o fóssil tenha mais de 100 milhões de anos. Encontrado em maio do ano passado, no distrito de Romualdo, na cidade de Missão Velha, no Cariri cearense, os pesquisadores levaram oito meses de estudos para comprovar que o fóssil era de um camarão pré-histórico. 

O fóssil de camarão trata-se da mais recente descoberta paleontológica do Brasil. Na apresentação, os pesquisadores destacaram que o achado é único exemplar no mundo, encontrado na Bacia Sedimentar do Araripe, entre o Ceará e Pernambuco, e que evidencia que o sertão nordestino na antiguidade era mar. 

"Esse é um momento de grande relevância para a região, que se evidencia mundialmente diante da importância e variedade fossilífera da Bacia Sedimentar do Araripe", disse o pesquisador paleontólogo Antônio Álamo Feitosa Saraiva. Álamo Saraiva, que é pesquisador da Urca e diretor científico do Geo Park Araripe, revelou que a peça vai ficar exposta do Geo Park, que fica na cidade de Crato, a 550 quilômetros de Fortaleza. A exposição é para conhecimento da comunidade acadêmica e da sociedade em geral. 

O fóssil será registrado no periódico Zootaxa, uma publicação neozelandesa especializada em trabalhos que provem a existência de espécies inéditas no mundo. 


Com a descoberta, os pesquisadores informam que há assim evidências que o semi-árido nordestino já foi banhado pelo mar provavelmente na Era Cretácea (entre 140 milhões e 65 milhões de anos). Os estudos da Urca e da UFRJ indicam ainda que a região do Araripe pode ter tido lagoas com alto nível de salinidade na Pré-História. 

"Essa descoberta inédita do fóssil do camarão prova que na Formação Romualdo, em Missão Velha, havia água com algum nível de salinidade. Ali era uma região isolada do mar, que deveria invadi-la esporadicamente", especula Álamo Saraiva. 

Durante a solenidade de apresentação foi prestada uma homenagem ao cientista, professor e pesquisador da UFRJ, Alexander Kellner, que participou da equipe de escavação que encontrou o fóssil raro de camarão.[Fonte: IG]


Reprodução/Geopark Araripe - Fóssil de crustáceo tem mais de 100 milhões de anos e foi descoberto na região de Cariri, no Ceará

    Canadenses descobrem nova espécie de dinossauro



    Um grupo de cientistas do Canadá descobriu uma nova espécie de dinossauro, estes, com chifres. A espécie foi identificada a partir de fósseis que haviam sido coletados no ano de 1958. Conhecido como Xenoceratops foremostensis, media cerca de 6 metros de altura e pesava mais de duas toneladas, os pesquisadores também dizem que o dinossauro era herbívoro e que este representa o mais antigo exemplar com chifres no Canadá.
    "Surgidos há 80 milhões de anos, os dinossauros com chifres da América do Norte passaram por uma explosão evolucionária", afirmou o autor do estudo e curador de paleontologia vertebrada no Museu de História Natural de Cleveland, Dr. Michael Ryan. "Xenoceratops nos mostra que mesmo os mais antigos ceraptors (grupo de grandes dinossauros) tinham chifres gigantes na cabeça e que a ornamentação do crânio só se tornaria mais elaborada com a evolução de novas espécies", afirma.
    O nome dado a espécie, Xenoceratops significa "alien de chifre no rosto", e se refere à incomum distribuição de chifres na cabeça do animal como também a escassez de fósseis desses chifres nos registros de material   encontrado.
    O fóssil está armazenado no Museu Natural de Ottawa, no Canadá. Tal descoberta é a última de uma série de resultados já encontrados pelos pesquisadores Michael Ryan e David Evans como parte do Projeto Dinossauro da região sul de Alberta, que foi desenvolvido para captar mais informações sobre  o conhecimento de répteis pré-históricos, como também estudar sua evolução.
    "A descoberta de espécies antes não conhecidas ressalta a importância de ter acesso a coleções científicas", afirma Kieran Sheperd, coautor do estudo e curador de paleobiologia no Museu Natural do Canadá. "Essas coleções fornecem potencial para muitas novas descobertas", completa. [Fonte: Oficinadanet]

    Fóssil inédito de dinossauro carnívoro é achado no interior de SP


    Pesquisadores brasileiros encontraram no interior de São Paulo um fóssil de mais de 70 milhões de anos que pertence a um dinossauro carnívoro da família dos carcarodontossaurídeos. A peça é considerada a primeira evidência de que répteis deste grupo viveram também no Brasil.
    O fóssil, um pedaço de osso que compõe o crânio, foi achado por pesquisadores das universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Federal de Uberlândia (UFU) em 2009, mas a conclusão da análise foi divulgada recentemente no site da revista científica “Cretaceous Research” e que será publicado na edição impressa até o fim desse ano.
    O fragmento foi encontrado na região da cidade de Alfredo Marcondes, localidade que fica próxima a Presidente Prudente e a 586 km de São Paulo.
    A região está inserida na Bacia Bauru, uma área do território brasileiro com 370 mil km² que abrange parcialmente cinco estados (São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás) e está repleta de sedimentos como fósseis de dinossauros, de mamíferos e outros répteis pré-históricos.
    Imagem mostra o fóssil encontrado por paleontólogos
    brasileiros no interior de São Paulo
    (Foto: Reprodução/Cretaceous Research)

    Simulação mostra onde pedaço de fóssil (em branco) se encaixaria no crânio de exemplar de dinossauro da família dos Carcarodontossauros (Foto: Reprodução/Cretaceous Research)
    'Tiranossauro latino'
    Segundo Lílian Paglarelli Bergqvist, do Laboratório de Macrofósseis da UFRJ e uma das coordenadoras da pesquisa, o fóssil de dinossauro foi encontrado quase que por acidente, já que a investigação científica buscava inicialmente resquícios de mamíferos do período Cretáceo.

    De acordo com Lílian, o pedaço de osso do crânio é a primeira evidência que comprova a existência desta família de dinossauros no Brasil. Anteriormente, apenas dentes foram encontrados em outra região do país, mas não forneciam informações suficientes para comprovar que esses répteis viveram por aqui.

    Mesmo com a descoberta, ainda não é possível determinar qual é a espécie do dinossauro. “Não sabemos a quem atribuir esse fóssil, pode ser até que seja uma nova espécie da família dos carcarodontossaurídeos que era restrita ao Brasil (...). Mas precisamos de mais dados e fósseis que forneçam evidências mais concretas”, disse.
    Os paleontólogos trabalham com a hipótese de que esse animal media entre 12 e 13 metros de altura, é carnívoro, e pode ser comparado ao porte do tiranossauro (Tyrannosaurus rex), dinossauro que está entre os maiores predadores que já pisaram no mundo.
    Além do fóssil de carcarodontossaurídeo, também foram encontrados resquícios de dinossauros saurópodes (herbívoros), cujos resultados da investigação científica deverão ser publicados em breve. O trabalho paleontológico foi coordenado também pelo pesquisador Carlos Roberto Candeiro e pelo geólogo Felipe Simbras. [Fonte: G1]

    Cientistas descobrem novos dados do menor e mais antigo primata




    Cientistas americanos revelaram novas ideias sobre a vida do Purgatorius, mais antigo primata do mundo. De acordo com pesquisadores que analisaram fósseis encontrados atualmente, o pequeno e ágil animal passou grande parte de seu tempo se alimentando de frutas e escalando árvores há 66 milhões de anos.

    Segundo o jornal britânico Daily Mail, os fósseis dos ossos abaixo da cabeça foram os primeiros encontrados. Antes, somente dentes teriam revelado a existência do Purgatorius. "Os ossos do tornozelo mostram que o animal tinha uma mobilidade como os primatas de hoje em dia que vivem em árvores", afirma Stephen Chester, coautor do estudo e paleontologista da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. "Essa mobilidade teria permitido a rotação dos pés em direções diferentes", diz. Além disso, segundo o pesquisador, os resultados também mostram que os primeiros primatas não tinham tornozelos alongados como os vistos em primatas de hoje em dia.

    Após analisar o material, a equipe acredita que os ossos do tornozelo especializados do Purgatorius têm um importante papel no sucesso da evolução dos primatas. "Os novos fósseis sustentam a ideia de que os primeiros 10 milhões de anos da evolução primata aconteceram no contexto de um período intenso de diversificação similar em plantas, incluindo a habilidade de escalar galhos e colecionar frutas no início", afirmou Jonathan Bloch, do Museu de História Natural da Flórida.

    O Purgatorius viveu durante o período Paleolítico, pouco depois da extinção dos dinossauros, quando começou a dominação dos mamíferos, era que vivemos atualmente. Acredita-se que este mamífero era de coloração marrom e de tamanho pequeno, além de ter uma cauda com bastante pelos, semelhante a um esquilo. Pesaria cerca de 360 gramas, sendo, neste caso, do tamanho dos lêmures de Madagascar. [TERRA]

    Estudo sugere que neandertais tiveram filhos com humanos

    Um estudo da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e do Instituto Max Planck, na Alemanha, sugere que europeus modernos se reproduziram com neandertais a mais ou menos 37 mil anos atrás e deixaram descendentes. Cientistas fizeram a pesquisa com o objetivo de buscar explicações do por que a espécie ter semelhanças com pessoas de fora da África.
    De acordo com o jornal britânico Daily Mail, os resultados sugerem que quando humanos modernos chegaram ao continente, eles se depararam com os neandertais, com quem se reproduziram e tiveram filhos. A espécie é conhecida como a ancestral de pessoas na Europa e na Ásia. A pesquisa, publicada na revista científica PLoS One, traz à tona descobertas recentes que sugerem que humanos e neandertais viveram lado a lado em cavernas no norte de Israel.
    Quando o genoma neandertal foi sequenciado em 2010, pesquisadores observaram que pessoas de fora da África dividiam mais variantes genéricos com neandertais do que os africanos. Desde então, estudos indicam que europeus modernos dividem entre 1% e 4% dos genes com essa espécie, extinta há 28 mil anos.
    O que poderia explicar tal observação é a mistura de humanos com neandertais quando eles saíram do continente africano. Os humanos começaram a surgir na África há cerca de 200 mil anos, enquanto os neandertais apareceram há aproximadamente 230 mil anos. A semelhança de tempo e espaço entre as duas espécies sugere a possibilidade de reprodução entre elas. Evidências de ambas contra ou a favor desse cruzamento foram analisadas através do DNA humano.
    Dr. Sriram Sankararaman e sua equipe, do Departamento de Genética da Escola de Medicina de Harvard, mediu a extensão de amostras de DNA em genomas de europeus que apresentam semelhanças com neandertais. Como a recombinação entre cromossomos quando células do óvulo e espermas são formadas reduzem o tamanho de tais peças em cada geração, as amostras relacionadas aos neandertais analisadas serão menores conforme o tempo que passaram em genomas humanos atuais.
    Baseados nos resultados, a equipe estima que neandertais e humanos trocaram genes pela última vez entre 37 mil anos e 86 mil anos atrás. [Fonte: Terra]

    Menino de 11 anos acha 2º mamute mais bem preservado da história


    Pesquisadores afirmam que um menino russo de 11 anos encontrou na Sibéria o mais completo corpo de mamute descoberto desde 1901. A carcaça de 500 kg tem parte da pele, músculos, uma orelha, uma presa, ossos, pênis e testículos. As informações são da agência Ria Novosti, que não divulgou imagens do achado.
    Alexei Tikhonov, da Academia Russa de Ciências, diz ao site Taimyr24 que é o segundo mamute mais completo já encontrado. O animal tinha 15 ou 16 anos quando morreu - há cerca de 30 mil anos -, estimam os pesquisadores. Esses animais viviam, em média, até 80 anos, dizem os cientistas.
    O mamute recebeu o nome de Zhenya devido ao menino que o avistou perto de uma estação meteorológica na península de Taimyr quando passeava com seu cachorro. A carcaça foi levada para a região de Krasnoyarsk para depois ser encaminhada a Moscou para ser estudada. [Fonte: Terra]

    Paleontólogo descobre nova espécie de dinossauro anão herbívoro


    Um paleontólogo americano identificou uma nova espécie de dinossauro anão, que apesar ter duas presas afiadas, alimentava-se somente de plantas, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira no site ZooKeys da National Geographic Society. A espécie, batizada Pegomastax africanus - da qual existe apenas um espécime encontrado, na África do Sul, na década de 1960 - foi descoberta em uma coleção de fósseis da Universidade de Harvard pelo paleontólogo e professor da Universidade de Chicago Paul Sereno enquanto o cientista fazia um estudo completo sobre os heterodontossauros.
    O novo dinossauro, um heterodontossauro herbívoro que viveu há 200 milhões de anos, tinha um bico curto parecido com o de um papagaio e duas presas frontais pontiagudas, além de dentes posteriores tanto na mandíbula superior quanto na inferior, utilizados para esmagar as plantas. Em seu estudo, Sereno admite que é "muito raro" um herbívoro como o Pegomastax, com dentes caninos tão afiados como os de um vampiro. Muito provavelmente, os dentes eram utilizados como defesa ou na competição com os rivais na hora do acasalamento.
    O dinossauro tinha o corpo coberto por espinhos similares aos de um porco-espinho, media menos de 60 centímetros de comprimento e pesava menos que um gato. Os espinhos já foram observados em outro heterodontossauro, o Tianyulong, descoberto recentemente na China e que também é descrito no estudo. [Fonte: Terra]

    Fósseis de 2 milhões de anos poderiam ser de novos ancestrais humanos



    Para alguns cientistas, o Homo erectus seria um dos principais ancestrais dos humanos modernos — mas, se depender da descoberta de Meave Leakey e sua equipe de paleontólogos, novas espécies também poderiam entrar na lista de nossos antepassados.
    Tal afirmação tem como base os fósseis encontrados por Leakey em uma escavação no Quênia. Os ossos faciais descobertos possuem cerca de dois milhões de anos e poderiam confirmar a teoria de que existiram espécies pré-humanas que também tiveram influência na evolução dos homens modernos.
    Pelos estudos realizados até agora, Leakey e sua equipe afirmam que os ossos provariam que as novas espécies e o Homo erectus compartilhavam um ancestral comum — eles seriam, em outras palavras, “primos muito distantes”.
    No entanto, tal teoria não estaria sendo bem aceita por todos os cientistas. Para alguns, as conclusões seriam precipitadas e baseadas em poucas evidências. Em contrapartida, Leakey afirma que as características dos fósseis — que indicam rostos planos e dentes grandes, por exemplo — apontariam claramente que não se trata do Homo erectus e sim de novos ancestrais.[Fonte: Tecnomundo]

    Ancestrais do homem comiam casca de árvore


    Um pequeno Australopithecus sul-africano, parente distante do Homem, tinha uma dieta à base de madeira e casca de árvores, enquanto a maioria dos outros hominídeos preferiam folhas e plantas mais tenras.

    Estes hábitos alimentares do Australopithecus sediba - dois desta espécime foram descobertos em 2008 em uma caverna perto de Joanesburgo - foram revelados pelos dentes do primata, sujeitos a extensos testes por uma equipe internacional de pesquisadores, que ficaram surpresos com o resultado.

    "O Au. sediba tinha uma dieta muito diferente da de outros hominídeos que foram estudados até agora. Devido a sua morfologia muito semelhante, esperávamos que fosse mais ou menos parecido com outras espécies de Australopithecus, ou mesmo com os primeiros homens. Na verdade, ele consumia muito mais comida de habitat arborizado e fechado, incluindo alimentos duros", explicou à AFP Amanda Henry, do Instituto Max Planck de antropologia.

    Para alcançar esta descoberta, os pesquisadores começaram pelo bombardeamento dos dentes com um laser para extrair carbono acumulado no esmalte.

    Diferente dos dentes de 81 outros hominídeos testados até hoje, que continham uma forma de carbono característica de folhas e plantas, os do Australopithecus sebida continham carbono das árvores e arbustos.

    Remoção de tártaro nos dentes

    A descoberta sugere que este primata comia, pelo menos durante parte do ano, casca e outros tecidos lenhosos.

    "A casca, especialmente a casca do interior das árvores, pode ser bastante nutritiva. Todos os nutrientes de uma árvore passam por sua casca interna. Por exemplo, o xarope interno do bordo não é senão uma versão concentrada da resina que flui no interior da casca do bordo", afirma Amanda Henry.

    Para verificar este resultado inesperado, os cientistas recorreram a uma nova técnica: recolher dos dentes um pouco de tártaro, a placa mineralizada dentária familiar para os dentistas modernos, e analisar os minúsculos fragmentos vegetais fossilizados que permaneceram presos por dois milhões ano. Foram encontradas casca e madeira.

    Tal dieta nunca foi atribuída à hominídeos africanos até este momento. Para Paul Sandberg, da University of Colorado Boulder (Estados Unidos) que participou do estudo publicado nesta quarta-feira pela revista Nature, o Australopithecus sediba se alimentava de uma forma bastante semelhante aos chimpanzés da savana africana de hoje.

    Segundo Sandberg, "é uma descoberta importante porque a dieta alimentar é um dos aspectos fundamentais do animal, é o que dita seu comportamento e seu nicho ecológico".

    "Parece que há cerca de dois milhões de anos, havia várias espécies de hominídeos que utilizaram diferentes ambientes de diferentes maneiras, cada espécie estava bastante focada em seu ambiente específico com um determinado comportamento", acredita o pesquisador.

    "Não muito tempo depois, vimos a chegada do Homo erectus, uma espécie que era capaz de se mover e se virar em todos esses ambientes diferentes, o que foi uma grande mudança", conclui. [Fonte: Band.com]

    Forte chuva revela 'cemitério' pré-histórico de mamutes


    Arqueólogos dizem ter descoberto um cemitério de mamutes na Sérvia, que contém os restos mortais de pelo menos cinco dos animais pré-históricos.
    Os ossos foram encontrados em uma mina de carvão em Kostolac, a leste de Belgrado, após uma forte chuva.
    O diretor do Parque arqueológico Viminacium, Miomir Korac, diz que há milhões de fragmentos de mamute no mundo, normalmente encontrados em locais de construção, mas é raro que eles estejam tão acessíveis. Segundo ele, a nova descoberta pode revelar segredos que nunca foram decifrados antes.
    Cemitério de mamutes
    Em 2009, um esqueleto em ótimas condições foi encontrado na mesma região.
    Vika, como a fêmea de mamute foi batizada, pode ter até um milhão de anos e pertencia a uma espécie sem pelo.
    Os ossos que acabam de ser descobertos na mina de carvão provavelmente pertencem a um mamute peludo, que teria desaparecido do planeta há cerca de 10 mil anos.
    A especialista em mamutes do Museu de História Natural, Sanja Alaburic, diz que a descoberta é interessante devido ao grande número de ossos encontrados em um mesmo local. de acordo com ela, mais restos devem aparecer quando a escavação avançar.
    Túmulos da era romana também foram encontrados durante a exploração do cemitério de mamutes.
    Os arqueólogos sérvios disseram ter contactado especialistas na França e na Alemanha sobre as descobertas, mas ainda serão necessários muitos meses de trabalho até que todos os ossos sejam revelados.

    Minha Despedida:

    CARTA ABERTA: Venho por meio desta externar meu profundo agradecimento pela oportunidade a mim concedida de lecionar por mais de 10 anos na FGG para o curso de Pedagogia e por um determinado período no curso de Psicologia, e por poder colaborar com a ACE em reuniões, eventos e formaturas sempre que solicitado. Nesse tempo lecionei as disciplinas de Filosofia da Educação, História da Educação, Projetos Educacionais, Políticas Públicas, Formação Continuada dos Docentes, Gestão Escolar, Educação e Novas Tecnologias, Educação de Jovens e Adultos, Antropologia, Sociologia da Educação e Empreendedorismo. Reconheço que mais aprendi que ensinei. Também estendo meus agradecimentos sinceros especialmente para algumas pessoas, dentre elas destacam-se: Professora Cheila, ex-coordenadora do curso de Pedagogia, gestora competente e ética, a qual me deu a oportunidade de compor sua equipe de trabalho; Professor Petry, ex-diretor da faculdade e excelente professor de sociologia; Professor Júlio, gestor por excelência do curso de Psicologia; Agradeço a ex-secretária Jovita e a Secretária Sandra, sempre muito prestativas e educadas. Também agradeço a professora empreendedora Marília, a qual tive o privilégio de ser aluno e mais tarde colega de trabalho; E a amiga Elisabeth, ex-professora da pedagogia, sempre muito comprometida, atualmente colega de trabalho na SDR/GERED. Meu muito obrigado ao Luciano, sempre muito prestativo e excelente funcionário. Também estendo meus agradecimentos a toda equipe administrativa e corpo docente do curso de Pedagogia da FGG. Ao corpo discente desejo muito sucesso enquanto acadêmicos e acadêmicas do curso de Pedagogia, especialmente para aqueles e aquelas que por algum período tive a honra de ter como meus alunos e alunas. A vocês desejo também sucesso profissional, sempre pautado pela ética e pelo comprometimento. Lembrem-se que: “uma visão de futuro sem ação é apenas um sonho; Uma ação sem visão de futuro é apenas um passatempo; Porém, uma visão de futuro com ação planejada pode causar uma revolução pessoal e profissional positiva”. Por isso, digo a todos e a todas, mesmo para aqueles e aquelas que por alguma razão não entenderam minha proposta pedagógica de trabalho: “acredite em você, tenha pensamentos de sucesso, palavras de sucesso, ações de sucesso, hábitos de sucesso e acima de tudo caráter, e certamente o teu destino só poderá ser o sucesso pessoal e profissional”! Mais uma vez muito obrigado por tudo e que Deus nos dê sabedoria e ilumine a todos nós. Cordialmente, Professor Jorge Schemes.