Pegada gigante de dinossauro foi encontrada na Mongólia (Foto: Okayama University of Science/AFP)
Uma pegada de dinossauro de mais de um metro de extensão, uma das maiores já registrada até agora, foi descoberta no deserto de Gobi por uma equipe de pesquisadores mongóis e japoneses, revelou a Universidade de Ciências de Okayama.
A pegada, deixada por um titanossauro, mede 106 cm de extensão e 77 cm de largura e foi descoberta em agosto, em uma camada geológica formada entre 70 e 90 milhões de anos.
O titanossauro é um dinossauro de pescoço longo, que pode ter medido mais de 30 metros de comprimento e 20 metros de altura, segundo os pesquisadores.
A pegada deixada pelo animal no barro foi moldada naturalmente quando de encheu de areia.
"É uma descoberta muito rara, uma pegada fossilizada e bem conservada, que mede um metro de extensão e tem as marcas das garras", assinala o comunicado da Universidade de Okayama, que trabalha em conjunto com a Academia de Ciências da Mongólia. [Fonte: G1]
Pegada foi deixada por um titanossauro (Foto: Okayama University of Science/AFP)
No passado, os europeus eram negros e tinham olhos azuis. É isso mesmo o que você leu.
Um novo estudo feito por cientistas de diversos países do velho continente chegou a esta conclusão de pois de analisar o DNA de 51 euro-asiáticos.
De acordo com a revista Galileu, a amostra é dez vezes maior que qualquer estudo já feito e combina dados genéticos de humanos modernos e dos mais antigos caçadores-coletores - que viveram há 45 mil anos, antes da mudança do Período Paleolítico para o Período Neolítico.
A pesquisa mostra que os primeiros indivíduos com genes de pele clara apareceram na Europa somente há cerca de 13 mil anos. Essa pele clara não se fixou assim que surgiu entre os europeus.
Segundo Manuel González Morales, professor da Universidade de Catábria, na Espanha, a chegada de agricultores do Oriente Médio foi fundamental para a predominância entre outras espécies.
Sendo assim, conclui-se que, até aproximadamente o ano 11 mil a.C., os europeus eram predominantemente humanos negros.
Ao estudar as raças que habitaram a Europa no decorrer dos milênios, os cientistas descobriram que houve uma grande rotação entre elas.
O pesquisador e geneticista da Universidade de Harvard, David Reich, explica que, no mínimo, oito espécies humanas diferentes habitaram o continente europeu nos últimos 43 mil anos:
“É uma história muito complexa, com muitos momentos em que a populações substituem outras, imigração em uma escala dramática e em um momento no qual o clima estava mudando de maneira radical.”
Uma nova descoberta feita a partir da análise das entranhas de uma múmia de 5,3 mil anos pode ajudar a detalhar a história da migração humana.
Segundo cientistas, Ötzi o Homem de Gelo sofria de infecção bacteriana ainda presentes nos dias de hoje (Foto: South Tyrol Museum of Archaeology)
Cientistas afirmaram que Ötzi, o Homem do Gelo, nome dado a um corpo congelado descoberto nos Alpes em 1991, contraiu uma infecção bacteriana que ainda existe nos dias de hoje.
O homem morreu há 5,3 mil anos depois de levar uma flechada.
O estudo foi publicado na revista científica Science.
A nova pesquisa sugere que, pouco antes de morrer, o homem sofria de uma infecção que pode causar úlceras estomacais e gastrite.
Cientistas realizaram uma análise genética da bactéria, o que ajudaria a traçar a história do microorganismo e dar indicações sobre a migração humana na Antiguidade.
O cadáver congelado de Ötzi permitiu aos cientistas voltar no tempo em um nível de detalhadamento inédito.
Um dos primeiros desafios foi obter amostras do estômago sem causar nenhum dano à múmia.
Cadáver congelado de Ötzi permitiu aos cientistas voltar no tempo em um nível de detalhadamento inédito (Foto: EURACMarion Lafogler)
Pesquisas anteriores constataram que o homem tinha entre 40 e 50 anos, olhos castanhos, era coberto de tatuagens e havia comido íbex (um tipo de cabra que vive nos Alpes) pouco antes de morrer.
Cadáver congelado de Ötzi permitiu aos cientistas voltar no tempo em um nível de detalhadamento inédito
Ele foi encontrado com uma flecha presa a seu ombro esquerdo, e provavelmente teria morrido de hemorragia. No entanto, também sofreu outros problemas de saúde, incluindo fraturas no calcanhar, artrite e uma eventual doença de Lyme (doença transmitida através da picada de um carrapato que pode causar danos neurológicos se não for tratada adequadamente).
A nova descoberta, no entanto, revela que o homem também sofria de uma infecção causada pela bactéria Helicobacter pylori.
Segundo Albert Zink, diretor do Instituto de Múmias e do Homem de Gelo, ligado ao Museu Arqueológico de Bolzano (EURAC, na sigla em inglês) em Milão, na Itália, um dos primeiros desafios foi "obter amostras do estômago sem causar danos à múmia".
"Em seguida, tivemos de descongelar completamente a múmia, e finalmente ganhamos acesso às suas entranhas a partir de uma abertura que já havia sido feita para a realização de outro estudo".
"Conseguimos obter amostras do conteúdo do estômago, de parte do conteúdo do intestino, e também de partes da parede estomacal".
A bactéria encontrada no corpo da múmia está presente em metade da população atualmente, e, em cerca de 10% dos casos, pode levar à inflamação do revestimento da parede do estômago e ao desenvolvimento de úlceras.
Os pesquisadores não sabem quais eram os sintomas clínicos de Ötzi, mas dizem ter provas de que o sistema imunológico da múmia reagiu à infecção bacteriana.
Migração humana
Bactérias foram extraídas da parede estomacal e dos intestinos de Ötzi
O sequenciamento do genoma do micro-organismo também forneceu novas pistas sobre a migração humana na Antiguidade.
Acredita-se que a cepa que atinge os europeus atualmente seja o resultado da combinação de duas cepas mais antigas ─ uma africana e outra asiática.
Segundo cientistas, isso significa que as pessoas infectadas dessas duas áreas teriam se reunido e se misturado.
No entanto, a bactéria descoberta em Ötzi era diferente.
"Acreditávamos que descobriríamos a mesma cepa de Helicobacter em Ötzi do que nos europeus", afirmou Thomas Rattei, da Universidade de Viena, na Áustria, que participou da pesquisa.
"Esta parece ser uma cepa que é predominantemente observada na Ásia Central e no Sudeste da Ásia hoje em dia".
A descoberta sugere que possa ter havido uma onda de migração de pessoas da África, portadoras da bactéria, ao continente europeu em algum período depois da morte da Ötzi.
"A combinação dessas duas cepas de Helicobacter pylori talvez tenha ocorrido em algum período depois da era Ötzi e isso revela que a história dos assentamentos na Europa é muito mais complexa do que acreditávamos anteriormente", diz Frank Maixner, da Eurac.
A descoberta reforça ainda a crescente evidência de que não houve uma única onda migratória da África em direção à Europa, mas sim, várias. [Fonte; G1]
Modelo recria cena da vida de Oxana Malaya, que passou seis anos vivendo no canil de sua casa
Belas e, ao mesmo tempo, perturbadoras, as imagens do mais recente projeto da fotógrafa alemã Julia Fullerton-Batten parecem cenas saídas de contos de fadas.
Mas as vidas que elas retrata são reais, contando - com modelos e produção fotográfica - as histórias de crianças que cresceram isoladas, tendo apenas animais como companhia.
"Há dois tipos de histórias: aquela em que a criança acabou se perdendo na selva e aquela em que o menor cresceu em sua própria casa, mas era tão negligenciado ou abusado que encontrou mais conforto com os animais do que com outros humanos", conta a fotógrafa, em entrevista à BBC.
Conheça algumas dessas dramáticas trajetórias. (Todas as fotos foram cedidas à BBC por Julia Fullerton-Batten.)
Oxana Malaya, Ucrânia, 1991
A imagem acima recria o caso da garota ucraniana Oxana Malaya, encontrada vivendo com cachorros em um canil, em 1991.
"Ela tinha 8 anos e já vinha vivendo naquela situação há seis anos. Seus pais eram alcoólatras e, uma noite, a deixaram para fora de casa. Em busca de calor e aconchego, a pequena Oxana foi para o canil e se aninhou junto aos vira-latas", conta Fullerton-Batten. "Foi provavelmente o que salvou sua vida."
Oxana caminhava de quatro, arfava com a língua de fora, cerrava os dentes para estranhos e latia. Por causa da falta de interação humana, ela só conhecia as palavras "sim" e "não".
Hoje, Oxana vive em uma clínica em Odessa e trabalha com os animais do lugar.
Shamdeo, Índia, 1972
"Estas histórias estão longe de ser comparáveis com uma aventura de Tarzã", explica a fotógrafa. "Trata-se de crianças que tiveram que disputar comida com os animais, tiveram que aprender a sobreviver. Quando eu soube de suas vidas, fiquei em choque."
O projeto Feral Children ("Crianças Selvagens", em tradução literal) conta os casos de 15 crianças. As fotos são encenações produzidas com modelos.
A imagem acima mostra Shamdeo, um garoto encontrado em uma selva da Índia em 1972, quando provavelmente tinha 4 anos de idade.
"Ele brincava com os filhotes de lobos, tinha a pele bem escura, dentes afiados, unhas longas e em forma de garras, cabelos emaranhados e calos nas palmas das mãos, cotovelos e joelhos", conta Fullerton-Batten.
Shamdeo gostava de caçar galinhas, comia terra e tinha desejos de comer carne crua. Ele nunca falou, mas aprendeu a se comunicar com sinais. Morreu em 1985.
Marina Chapman, Colômbia, 1959
A fotógrafa teve a ideia do projeto depois de ler A Garota Sem Nome, autobiografia da colombiana Marina Chapman.
"Em 1954, quando tinha 5 anos, Marina foi sequestrada de um vilarejo remoto e abandonada na floresta", conta Fullerton-Batten. "Ela viveu com uma família de macacos-pregos por cinco anos até ser descoberta por caçadores."
A menina se alimentava de frutas silvestres, raízes e bananas que os macacos deixavam cair. Dormia em buracos nas árvores e caminhava de quatro, como seus companheiros de selva.
"Os macacos não lhe davam comida. Ela é quem teve que aprender a sobreviver, copiando o comportamento deles. No fim, eles se acostumaram com ela e a tratavam como igual, inclusive catando seus piolhos", relata a fotógrafa.
No início, as autoridades duvidaram da história de Chapman e a submeteram a uma série de exames médicos, concluindo que ela realmente estava subnutrida.
Chapman hoje vive na Grã-Bretanha com o marido e duas filhas. Segundo Fullerton-Batten, ela gostou da ideia de ter seu caso retratado no projeto.
John Ssebunya, Uganda, 1991
A fotógrafa contou com a consultoria da antropóloga britânica Mary-Ann Ochota, apresentadora da série de TV Feral Children, produzida pelo National Geographic Channel. "Ela conheceu pessoalmente três das crianças que ainda estão vivas hoje", conta Fullerton-Batten.
"Sua contribuição foi importante para me mostrar como posicionar as mãos (dos modelos), como eles deveriam andar, como sobreviviam – eu queria que o trabalho parecesse o mais autêntico e fiel possível", afirma.
A imagem cima ilustra o caso de John Ssbunya, que fugiu de casa aos 3 anos depois de ver o pai matar a mãe. "Ele se escondeu em uma floresta e passou a viver com macacos. Foi capturado em 1991, quando tinha 6 anos, e levado para um orfanato", conta a fotógrafa.
John aprendeu a falar e fez parte do coro infantil da ONG Pearl of Africa. Em 2012, a antropóloga defendeu a veracidade da história do garoto no jornal britânico The Independent. "Não se trata de mais uma lenda, mas sim de um caso real que estamos investigando", escreveu.
Madina, Rússia, 2013
Segundo Mary-Ann Ochota, as crianças selvagens normalmente geram vergonha e sigilo em uma família ou comunidade. "Não são histórias felizes como Mogli – O Menino Lobo. São casos pungentes de negligência e abuso", explica a antropóloga.
"Esses casos se tornam possíveis quando há a trágica combinação de vício, violência doméstica e pobreza. São crianças que foram esquecidas, ignoradas ou escondidas", define.
Segundo Fullerton-Batten, a menina Madina viveu entre cachorros do nascimento até completar 3 anos, compartilhando sua comida, brincando e dormindo com eles no inverno. Quando assistentes sociais a encontraram, em 2013, ela vivia nua, andava de quatro e rosnava.
O pai de Madina saiu de casa assim que ela nasceu e sua mãe, de apenas 23 anos, passou a beber. "Ela estava o tempo todo bêbada e se sentava para comer à mesa enquanto a própria filha roía ossos com os cães no chão", conta a fotógrafa.
Apesar do trauma, médicos e psicólogos julgaram que Madina estava saudável física e mentalmente. A menina foi colocada para adoção.
Sujit Kumar, Fiji, 1978
"Sujit tinha 8 anos quando foi encontrado no meio de uma estrada cacarejando, batendo os braços e se comportando como uma galinha", diz Fullerton-Batten. "Ele dava 'bicadas' em sua comida, empoleirava-se em uma cadeira e fazia um barulho estalando a língua".
Seus pais o trancaram em um galinheiro. Depois a mãe se matou e o pai foi assassinado. O avô o manteve junto com as galinhas.
Para as crianças, a transição depois de serem encontradas pode ser tão difícil quanto o período em que passaram isoladas.
Kumar acabou sendo criado por Elizabeth Clayton, que o encontrou vivendo em um asilo de idosos. Ela fundou uma ONG para ajudar crianças carentes.
Ivan Mishukov, Rússia, 1998
Apesar dos relatos pungentes, as imagens de Fullerton-Batten contam uma história de sobrevivência.
"Todos os seres humanos precisam do contato com outros seres humanos, mas para essas crianças, a vida passou a ser regida pelo instinto de sobrevivência", diz. "Me pergunto se aqueles que contam com a companhia de animais selvagens não estão melhor do que as pessoas cuja infância foi passada sem nenhuma companhia."
Ivan fugiu da família aos 4 anos, dando restos de comida a uma matilha de cães selvagens até se tornar uma espécie de líder do grupo. Ele viveu nas ruas por dois anos, antes de ser levado a um orfanato.
Sua história é contada no livro Savage Girls and Wild Boys, de Michael Newton. "Foi um relacionamento que funcionou perfeitamente, muito melhor do que qualquer coisa que Ivan tenha vivido com outros humanos. Ele mendigava por comida e dividia tudo com a matilha. Em troca, dormia com eles nas longas e escuras noites de inverno, quando a temperatura despencava", escreveu o autor.
Fullerton-Batten espera que seu projeto ajude a conscientizar as pessoas sobre a situação dessas crianças.
Uma antiga espécie do gênero humano, desconhecida até agora, foi descoberta por uma equipe de pesquisadores internacionais na África do Sul, onde foram exumadas as ossadas de 15 hominídeos (família da ordem dos primatas, cuja única espécie atual é o homem).
Os fósseis foram encontrados em uma gruta de difícil acesso, perto de Joanesburgo, no sítio arqueológico conhecido como Berço da Humanidade e inscrito na lista do patrimônio mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.
"Apresento uma nova espécie do gênero humano", disse o pesquisador Lee Berger, da Universidade de Witwatersrand, em Joanesburgo, durante entrevista coletiva em Maropeng, onde fica o sítio arqueológico.
Em 2013 e no ano passado, cientistas exumaram mais de 1.550 ossos pertencentes a pelo menos 15 indivíduos, incluindo bebês, jovens adultos e pessoas mais idosas.
A nova espécie foi batizada homo naledi e classificada no gênero homo, ao qual pertence o homem atual.
O Museu de História Natural de Londres considerou a descoberta notável.
"Alguns aspectos do homo naledi, como as mãos, os pulsos e pés, são muito próximos do homem moderno. Ao mesmo tempo, o pequeno cérebro e a forma da parte superior do corpo estão mais próximos de um grupo pré-humano denominado australopiteco", explicou o professor Chris Stringer, do useu de Londres, autor de um artigo sobre o tema publicado na revista científica eLife.
A descoberta poderá fornecer mais informação sobre a transição, há cerca de 2 milhões de anos, do australopiteco primitivo para o primata do gênero humano, o antepassado direto do homem atual.[Fonte: IG]
Uma antiga espécie humana desconhecida até agora foi descoberta em uma caverna da África do Sul, onde foram exumados os ossos de 15 hominídeos, uma descoberta "extraordinária" que ressalta a complexidade da evolução humana, anunciou nesta quinta-feira uma equipe internacional de cientistas.
Os fósseis foram encontrados em uma caverna profunda de difícil acesso em Maropeng, perto de Johannesburgo, onde fica a jazida arqueológica conhecida como "Berço da Humanidade", que é considerada patrimônio mundial pela Unesco.
"Estou feliz de apresentar a vocês uma nova espécie do gênero humano", declarou Lee Berger, pesquisador da Universidade Witwatersrand de Johannesburgo.
Em 2013 e 2014, os cientistas encontraram mais de 1.550 ossos pertencentes a pelo menos 15 indivíduos, incluindo bebês, adultos jovens e pessoas mais velhas. Todos apresentavam uma morfologia homogênea, mas ainda não foram datados.
A descoberta, classificada como "extraordinária" pelo Museu de História Natural de Londres, representa a maior mostra de fósseis de hominídeos exumados até hoje na África.
Os ossos exumados na África do Sul representam um desafio para os cientistas. Complicam um pouco mais o tabuleiro dos hominídeos, pois a espécie descoberta apresenta características próprias tanto dos hominídeos modernos como dos antigos.
"Alguns aspectos do Homo naledi, como suas mãos, seus punhos e seus pés, estão muito próximos aos do homem moderno. Ao mesmo tempo, seu pequeno cérebro e a forma da parte superior de seu corpo são mais próximosOs fósseis foram encontrados em uma caverna profunda de difícil acesso em Maropeng, perto de Johannesburgo, onde fica a jazida arqueológica conhecida como "Berço da Humanidade", que é considerada patrimônio mundial pela Unesco.
"Estou feliz de apresentar a vocês uma nova espécie do gênero humano", declarou Lee Berger, pesquisador da Universidade Witwatersrand de Johannesburgo.
Mas como era o 'Homo naledi'?
"Tinha o cérebro minúsculo do tamanho de uma laranja e um corpo muito esbelto", afirmou John Hawks, pesquisador da Universidade de Wisconsin-Madison e autor de um artigo publicado nesta quinta-feira na revista científica eLife. Tinha altura média de 1,5 metro e pesava 45 quilos.
Uma reconstrução de como possivelmente era o 'Homo naledi', concedida pelo National Geographic.
"Alguns aspectos do Homo naledi, como suas mãos, seus punhos e seus pés, estão muito próximos aos do homem moderno. Ao mesmo tempo, seu pequeno cérebro e a forma da parte superior de seu corpo são mais próximos aos de um grupo pré-humano chamado australopithecus", explicou o professor Chris Stringer, do Museu de História Natural de Londres. A descoberta pode permitir uma compreensão melhor sobre a transição, há dois milhões de anos, entre o australopithecus primitivo e o primata do gênero homo, nosso ancestral direto.[Fonte: Yahoo]
Há mais de um milhão de anos a Terra foi habitada por gigantes. E não, não se trata de uma espécie totalmente desconhecida e que desapareceu. Trata-se de uma fase da evolução do ser humano que até hoje não havia sido descoberta.
Tudo começou com o surgimento de um osso de dedo mindinho datado de 1,85 milhão de anos atrás. É a descoberta mais antiga relacionada à mão humana e poderá mudar de vez tudo o que conhecemos sobre a evolução do ser humano desde seu surgimento.
Encontrado na Tanzânia, o osso fez com que cientistas voltassem a pesquisar evolução. O país é tido como um dos berços da humanidade e teria sido abrigo desses seres gigantescos. Caso a proporcionalidade seja exata, os gigantes em questão seriam seres com aproximadamente três metros.
A grande dúvida dos cientistas, agora, é sobre a fase da evolução na qual o ser humano tinha esse tamanho. Para eles, é crucial saber como e quando o homem deixou de viver em árvores para se estabelecer no chão por meio de caçadas.
“Nossa descoberta não nos mostra só que essa criatura tinha uma mão com o formato moderno, como conhecemos. Mostra também uma importante parte da evolução na qual o homem talvez tenha atingido sua maior estatura”, afirma o cientista Manuel Dominguez-Rodrigo ao Daily Mail.
A descoberta, porém, não transforma a história de maneira definitiva. Por se tratar de apenas uma evidência, será melhor estudada até que se chegue a conclusões melhores. As pesquisas continuam focadas na África, tendo em vista que o continente é tido como primeiro local habitado pelo homem após seu surgimento. [Fonte: Yahoo]
Se hoje, 2015, as pirâmides do Egito chamam atenção por sua beleza e complexidade, quando foram construídas elas eram ainda mais atraentes. Isso porque, por conta de um processo bastante complexo, as pirâmides brilhavam como o Sol.
Pesquisadores descobriram que logo que elas foram construídas, há cerca de 4 mil anos, os blocos de pedra eram manualmente — isso mesmo, um por um — polidos de pedra calcária. Esse material, além de proteger o bloco, fazia co que ele refletisse a luz solar.
“isso verdadeiramente deve ter adicionado a impressão de Gizé como sendo uma mágica cidade portuária, banhada pela luz solar, ou mesmo que existia uma forma éter na luz celestial”, afirma — bem poeticamente — o arqueólogo Marc Lehner em entreviista ao Smithsonian Channel.
No vídeo abaixo (áudio em inglês), produzido pelo Smithsonian, é possível ver todo o complexo processo pelo qual passavam os blocos de pedra usados na construção das pirâmides. Difícil de ser executado nos dias atuais, mostra como o povo egípcio, quatro milênios atrás, era extremamente desenvolvido.
Assista:
Uma descoberta feita no Quênia está deixando cientistas e paleontólogos de todo o mundo extremamente inquietos. Trata-se de um conjunto de ferramentas encontrada em um sítio arqueológico datado do período Plioceno, ou seja, há mais de 3,3 milhões de anos. O dado é que esse tempo é anterior ao surgimento dos primeiros homens.
O primeiro homem conhecido é o Homo habilis, que surgiu milhares de anos depois do período Plioceno. Por conta disso, cientistas e especialistas acreditam que a nova descoberta poderá fazer com que toda a história da humanidade — e talvez do planeta — seja reescrita. Isso porque, além da data em questão, as ferramentas são consideradas bastante sofisticadas: há martelos, bigornas e seixos esculpidos.
Em artigo publicado na Nature, revista especializada no ramo, os responsáveis pela descoberta deram o nome de Lomekwian a essa produção proto-humana. Ela é 700 mil anos mais velha que a produção olduvaiense, até então a mais antiga já descoberta. Mais do que a antiguidade, os pesquisadores agora se preocupam com a única pergunta sem resposta: se essas ferramentas são anteriores ao homem, quem as teria produzido e utilizado?
Em relatos recentes, cientistas afirmam que serem marinhos como os golfinhos já utilizaram ferramentas ao longo de seu desenvolvimento. A teoria, porém, é controversa e não aceita por toda a comunidade. A descoberta no Quênia abre mais um caminho para que se descubra além disso e, portanto, é considerada histórica.
Imagem mostra estátua sendo regada: o segredo era só molhar areia (Reprodução)
O modo como os egípcios carregavam pedras gigantescas pelo deserto para construir pirâmides sempre foi um mistério para cientistas. Não é mais. E a técnica usada por eles, apontam especialistas, era a mais simples possível: eles jogavam água na areia.
Pesquisa liderada pela Universidade de Amsterdã, na Holanda, mostra que umedecer a areia diminui a tração pela metade. Assim sendo, os egípcios podiam usar metade do contingente de homens necessários para mover os blocos apenas com essa técnica.
“A saturação de água é acompanhada por uma diminuição da rigidez. Com muita água, o atrito de deslizamento aumenta novamente, o que nos faz detectar que se trata de um equilíbrio delicado. Há uma rigidez ideal da areia que os egípcios souberam calcular em sua época”, explica Daniel Bonn, cientista que conduziu o estudo.
O que mais impressionou Bonn, no entanto, foi o tempo que cientistas atuais demoraram para descobrir isso. Afinal, segundo ele, a resposta estava “na cara de todos”. Isso porque ilustrações encontradas, por exemplo, na tumba de Djehutihotep mostram homens jogando líquidos em frente a estátuas. Esse sinal, por exemplo, sempre foi encarado como “ritual de purificação”, nunca como forma de locomoção.[Fonte: Yahoo]
A palavra grande não faz justiça ao dinossauro robusto e
de pescoço longo que sacudiu a terra na Argentina cerca de 77 milhões
de anos atrás. Colossal, enorme e estupendo podem chegar perto de uma
descrição apropriada deste portento, conhecido entre os cientistas como
Dreadnoughtus schrani.
Os pesquisadores anunciaram nesta
quinta-feira a descoberta do fóssil incrivelmente completo e bem
preservado do dinossauro, que pesava 59.300 quilos e media 26 metros,
com um pescoço de 11,3 metros e uma cauda de 8,7 metros, no sul da
Patagônia.
O paleontólogo Kenneth Lacovara, da Universidade
Drexel, no Estado norte-americano de Filadélfia, que localizou o
dinossauro e liderou sua escavação e análise, afirmou que os cientistas
calcularam seu peso com base nos ossos da parte superior de seu braço e
sua coxa.
O dino argentino pesava mais que
uma baleia cachalote adulta ou uma manada de elefantes africanos, e era
sete vezes mais pesado que o Tiranossauro Rex, fazendo o assustador
parente norte-americano, que também viveu no Período Cretáceo, parecer
um nanico O Dreadnoughtus tinha “o peso calculável mais confiável” de
qualquer animal terrestre conhecido, afirmou Lacovara. [Fonte: Yahoo - Foto: AP]
CARTA ABERTA:
Venho por meio desta externar meu profundo agradecimento pela oportunidade a mim concedida de lecionar por mais de 10 anos na FGG para o curso de Pedagogia e por um determinado período no curso de Psicologia, e por poder colaborar com a ACE em reuniões, eventos e formaturas sempre que solicitado.
Nesse tempo lecionei as disciplinas de Filosofia da Educação, História da Educação, Projetos Educacionais, Políticas Públicas, Formação Continuada dos Docentes, Gestão Escolar, Educação e Novas Tecnologias, Educação de Jovens e Adultos, Antropologia, Sociologia da Educação e Empreendedorismo. Reconheço que mais aprendi que ensinei.
Também estendo meus agradecimentos sinceros especialmente para algumas pessoas, dentre elas destacam-se: Professora Cheila, ex-coordenadora do curso de Pedagogia, gestora competente e ética, a qual me deu a oportunidade de compor sua equipe de trabalho; Professor Petry, ex-diretor da faculdade e excelente professor de sociologia; Professor Júlio, gestor por excelência do curso de Psicologia; Agradeço a ex-secretária Jovita e a Secretária Sandra, sempre muito prestativas e educadas. Também agradeço a professora empreendedora Marília, a qual tive o privilégio de ser aluno e mais tarde colega de trabalho; E a amiga Elisabeth, ex-professora da pedagogia, sempre muito comprometida, atualmente colega de trabalho na SDR/GERED. Meu muito obrigado ao Luciano, sempre muito prestativo e excelente funcionário. Também estendo meus agradecimentos a toda equipe administrativa e corpo docente do curso de Pedagogia da FGG.
Ao corpo discente desejo muito sucesso enquanto acadêmicos e acadêmicas do curso de Pedagogia, especialmente para aqueles e aquelas que por algum período tive a honra de ter como meus alunos e alunas. A vocês desejo também sucesso profissional, sempre pautado pela ética e pelo comprometimento.
Lembrem-se que: “uma visão de futuro sem ação é apenas um sonho; Uma ação sem visão de futuro é apenas um passatempo; Porém, uma visão de futuro com ação planejada pode causar uma revolução pessoal e profissional positiva”. Por isso, digo a todos e a todas, mesmo para aqueles e aquelas que por alguma razão não entenderam minha proposta pedagógica de trabalho: “acredite em você, tenha pensamentos de sucesso, palavras de sucesso, ações de sucesso, hábitos de sucesso e acima de tudo caráter, e certamente o teu destino só poderá ser o sucesso pessoal e profissional”!
Mais uma vez muito obrigado por tudo e que Deus nos dê sabedoria e ilumine a todos nós.
Cordialmente,
Professor Jorge Schemes.
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
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